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Actualidade

Investigadores da FCTUC projectam casa “low-cost” do futuro

Uma equipa de nove investigadores da faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) pensou e projectou um novo conceito de casas low cost, em resposta ao desafio lançado pela ArcelorMittal, o maior grupo da indústria do aço do mundo, revela FCTUC em comunicado.

Este novo conceito de habitação – as denominadas Affordable Houses – desenvolvido pela equipa multidisciplinar de investigadores dos departamentos de Arquitectura e de Engenharia Civil da FCTUC, tem como pilares a utilização de aço leve, a maximização de áreas úteis e uma versatilidade que acompanhe a normal evolução de família.

«Consideramos todos os critérios de qualidade, segurança, níveis de eficiência, conforto e arquitectura, esta solução supera qualquer alternativa à construção tradicional», refere o coordenador do projecto Luís Simões da Silva.

Ao contrário das casas tradicionais, que perdem muito espaço em áreas não utilizáveis, como os corredores, e causam transtorno sempre que há necessidade de obras de adaptação, as novas casas, delineadas pelos investigadores, prevêem espaços dinâmicos e evolutivos, com recurso a novas tecnologias e a novos materiais, bem como a módulos facilmente desmontáveis e manipuláveis, respondendo ao requisito de “low-cost” exigido pelo consórcio.

Ao nível da sustentabilidade da habitação, a solução desenvolvida pretende ir ao encontro de lógicas amigas do ambiente, uma vez que prevê a possibilidade de reciclagem e de reutilização exaustiva das matérias-primas usadas.

Quanto à segurança das Affordable Houses, o também docente da FCTUC garante que «obedecem a todos os critérios europeus». Por exemplo, do ponto de vista sísmico, a vivenda modelo foi dimensionada para a zona mais exposta à ocorrência de sismos em Portugal (Sagres).

As grandes prioridades para as casas do futuro são a segurança, a sustentabilidade, a versatilidade e o conforto, e nesse sentido «os testes realizados aos níveis de conforto térmico, isolamento e acústico, entre outros, revela performances muito melhores do que as de construção convencional», ilustra o cientista.

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