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Actualidade

Portugal é a 62ª economia mais livre do mundo

Hong Kong surge como a economia mais livre do mundo, pela 16.ª vez consecutiva, no ranking do centro de estudos Heritage Foundation, que coloca a Coreia do Norte em último lugar e Portugal na 62.ª posição.

O ranking do centro de estudos norte-americano Heritage Foundation mede o nível de liberdade económica de 179 mercados, tendo por base a avaliação do ambiente empresarial, comercial e fiscal de cada economia, a par da situação monetária, de investimento, corrupção, financeira, laboral, dos direitos de propriedade e os gastos dos respectivos governos.

Numa escala em que o zero aponta para uma economia reprimida e o 100 para uma economia livre, a média mundial de liberdade económica situa-se em 59,4 pontos.

No topo da lista surge a Região Administrativa Especial de Hong Kong, com 89,7 pontos, seguida de Singapura (86,1 pontos), Austrália (82,6), Nova Zelândia (82,1) e Irlanda (81,3) como os cinco mercados mais livres do mundo.

O estudo reconhece o «regime fiscal competitivo» de Hong Kong, o «respeito pelos direitos de propriedade e um mercado laboral flexível, a par de uma mão-de-obra qualificada e altamente motivada, que tem estimulado a prosperidade e inovação da economia da Região».

A pesquisa elogia ainda Hong Kong como «um dos principais centros financeiros e empresariais do mundo», que apresenta um quadro legal para o sector financeiro «transparente e eficaz», mantendo-se como o segundo destino asiático que acolhe mais investimento directo estrangeiro.

O executivo de Hong Kong afirmou hoje que está «determinado a aumentar a liberdade económica no território, um factor decisivo de estabilidade e desenvolvimento» e salientou que «tem proporcionado um ambiente empresarial favorável, ao oferecer condições para todas as empresas competirem em igualdade e um regime legal que garanta o funcionamento de um mercado livre».

A China ocupa a 140.ª posição do ranking da Heritage Foundation, com 51 pontos, que se referem a uma economia que, de forma geral, não é livre.

Macau surge logo depois do Japão, em 20.º lugar, com 72,5 pontos, que indicam uma economia geralmente livre, e Taiwan na 27.ª posição.

Portugal é classificado com 64,4 pontos – acima da média mundial -, que se referem a um mercado moderadamente livre, sendo antecedido pela Eslovénia e seguido pela Roménia e França.

Cuba, Zimbabué e Coreia do Norte surgem nos três últimos lugares como os mercados mais reprimidos do mundo, com 26,7, 21,4 e um ponto, respectivamente.

Lusa

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