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Actualidade

Leiria aprova orçamento de 126,9 milhões para 2010

A Câmara de Leiria aprovou, por maioria, em reunião extraordinária do Executivo, a proposta do orçamento e das opções do plano para 2010, no valor de 126,9 milhões de euros. O orçamento municipal contempla receitas correntes de 77,4 milhões de euros e receitas de capital de 49,5 milhões de euros, revela a agência Lusa.

Já as despesas correntes para 2010 estão previstas em 75,1 milhões de euros, enquanto as despesas de capital de 51,8 milhões de euros.

A educação, com 15,8 milhões de euros, é a rubrica na qual a autarquia prevê investir mais, seguindo-se o desporto (13 milhões de euros), a rede viária (11,7 milhões de euros) e o ambiente (9,9 milhões de euros).

As rubricas com menos verbas afectadas são a juventude (196,5 mil euros), planeamento urbanístico (438 mil euros), o saneamento (1,2 milhões de euros) e a acção social (1,3 milhões de euros).

O presidente da Câmara Municipal, Raul Castro, justifica a despesa de 126,9 milhões de euros para 2010 sobretudo com os compromissos assumidos, o funcionamento da autarquia e intervenções no parque escolar, admitindo que sobra «pouca coisa mais. De resto estamos a cortar tudo», afiança, considerando que com este orçamento não existe «margem de manobra».

Independente eleito pelo PS, Raul Castro refere que a receita estimada é de 61 milhões de euros, desabafando que «por mim não apresentava orçamento, mas a lei obriga. Eu por mim geria por duodécimos». O autarca reconhece não haver recursos para satisfazer todos os compromissos, «apesar de alguma engenharia financeira» que o município possa fazer, assegurando contudo «não querer ultrapassar o equilíbrio que os recursos permitem ter. Não queremos agravar. Queremos recuperar no sentido de podermos trabalhar de acordo com aquilo que nos propusemos».

O vereador eleito pelo PSD, Luciano de Almeida, explica o voto contra – no que foi secundado por José Benzinho – por no orçamento e nas opções do plano para o próximo ano não estarem subjacentes «instrumentos que permitam dar um sinal claro de empenhamento no estímulo à actividade económica como condição para o estímulo ao emprego». Luciano de Almeida sustenta que este é um «orçamento de continuidade que sofre dos mesmos problemas que sofria o anterior», desafiando o presidente da autarquia a assumir que era empolado.

Já a social-democrata Isabel Damasceno, anterior presidente da autarquia, declara que «há uma série de obras» previstas cuja «realização se vai arrastar no tempo», situação que diz ser igual em todos os municípios, considerando os documentos «um conjunto de intenções» cuja realização a Câmara não vai ter capacidade técnica.

Isabel Damasceno, que juntamente com mais duas vereadoras eleitas pelo PSD se abstiveram na aprovação da proposta, congratulou-se «pela manutenção no orçamento de obras» que têm apoio financeiro do Quadro de Referência Estratégico Nacional.

Por outro lado, disse discordar «com o corte de 10% nas transferências mensais para as freguesias», considerando ainda existir uma «deficiente alocação de verbas na área social».

Lusa

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