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Actualidade

Eduardo Catroga defendeu em Leiria congelamento da dívida pública

A curto-prazo, Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças, defende «o congelamento da despesa pública total» nos 82 mil milhões de euros (valor apresentado no Orçamento do Estado inicial para 2009) e mostra-se contra «qualquer aumento de impostos em 2010», embora acredite que «é o que vai acabar por acontecer». As afirmações foram proferidas durante o jantar-conferência promovido pela NERLEI, a semana passada, onde estiveram reunidos cerca de uma centena de empresários.

«Sou contrário a qualquer aumento de impostos em 2010. Também não devemos continuar com artifícios contabilísticos nem recorrer a receitas extraordinárias. Temos de adequar o nível de despesa pública total ao nível da riqueza produzida no País».

O economista afirma que «2010 ainda vai ser um ano complicado» mas acredita que já vai haver algum crescimento. E vaticina, «entre 2010 e 2013, se olharmos o futuro pelo espelho retrovisor, vamos crescer 1% ao ano. Mas isto pode-se mudar melhorando a qualidade das políticas públicas, aumentando a capacidade empreendedora e acelerando e aperfeiçoando as reformas a efectuar em áreas diversas».

Na mesma ocasião, o economista referiu ainda que Portugal não vai conseguir resolver o problema da economia e das finanças, se não resolver o problema político.

«Temos de criar estabilidade política que é condição fundamental para haver retoma da confiança», afirmou Eduardo Catroga, defendendo que Portugal «tem de se habituar a viver em coligação, em concertação» quando os governos não são maioritários. O antigo ministro das Finanças considerou que haverá cada vez mais dificuldade em haver maiorias absolutas, mas insistiu que o país não pode viver em situações de instabilidade.

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