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Actualidade

Vendas de automóveis na China crescem 38% até Outubro

As vendas de automóveis na China nos primeiros dez meses de 2009 aumentaram 37,8%, ultrapassando pela primeira vez os dez milhões de unidades, anunciou hoje a imprensa oficial chinesa. Pelas contas da Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis, entre Janeiro e Outubro deste ano a China vendeu 10,9 milhões de veículos e consolidou a sua posição de líder do mercado mundial do sector.

A General Motors China, com sede em Xangai, encabeça a lista dos maiores fabricantes do país e no final do ano deverá ultrapassar a marca de um milhão e meio de veículos, um aumento de cerca de 60% em relação a 2008, indicou o jornal China Daily.

Só no mês passado, aquela companhia vendeu 166.911 veículos na China, mais de o dobro de Outubro de 2008, disse a mesma fonte.

Em 2006 a China destronou o Japão do segundo lugar do ranking mundial do mercado automóvel e no final deste ano ultrapassará os Estados Unidos.

No início da década de 1990, quando o Partido Comunista Chinês se converteu à economia de mercado, a bicicleta era o principal meio de transporte privado na China e o país costumava até ser identificado como «O Reino das Bicicletas».

Em Pequim, o numero de automóveis deverá ultrapassar os quatro milhões no final de 2009 – mais do triplo de há apenas nove anos – e em 2015, estimam responsáveis do município, chegará aos 5,5 milhões.

O aumento das vendas de automóveis na China é particularmente acentuado nas marcas de luxo.
A Mercedes-Benz, por exemplo, vende diariamente na China uma média de 160 veículos, comprados a pronto pela nova classe média do país e pelo crescente número de milionários.

Nos primeiros oito meses deste ano, as vendas daquela marca na China subiram 50% em relação a igual período de 2008 e todos os clientes pagaram em cash (dinheiro), disse o presidente da Mercedes-Benz China, Bjorn Hauber.

Numa entrevista publicada este mês na revista China International Business, Bjorn Hauber salienta que a «audiência» da sua marca «continua a expandir-se», sobretudo entre a nova geração de empresários e executivos chineses.

A Mercedes-Benz China mudou a sede de Hong Kong para Pequim em 2006, que juntamente com Xangai e as províncias do litoral chinês são os seus principais clientes.

Pelos preços de há um ano, e que não incluíam os modelo da Class C já montados na China, o veiculo mais barato da marca custa cerca de 350 mil yuan (35 mil euros) – cerca de vinte vezes mais do que o rendimento anual per capita nas zonas urbanas, que é, por sua vez, o triplo do valor nas áreas rurais.
A maioria dos clientes da Mercedes tem menos de 40 anos e tende a comprar todos os extras, realçou Bjorn Hauber.

Há alguns meses, o presidente da Volkswagen, Martin Winterkporn, admitiu que a China poderia tornar-se este ano o maior mercado do grupo, à frente da própria Alemanha.

Aquela multinacional espera duplicar as vendas na China durante a próxima década e que as suas marcas produzidas localmente (Volkswagen, Audi e Skoda) atinjam os 2 milhões de veículos em 2018.

Lusa

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