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Actualidade

CGD quer duplicar valor investido em capital de risco

A Caixa Geral de Depósitos lançou hoje o Fundo Caixa Mezzanine que disponibilizará a empresas do segmento intermédio até 150 milhões de euros, prevendo o banco criar novos veículos que duplicarão os 500 milhões aplicados em capital de risco.

«O investimento de mil milhões de euros da Caixa Geral de Depósitos (CGD) no capital de risco tem um efeito induzido directo de investimento na economia de 12,5 mil milhões de euros, ou seja, um valor equivalente a oito por cento do PIB português», revelou Fernando Faria de Oliveira, presidente da CGD, no evento de apresentação do Caixa Mezzanine.

O fundo hoje lançado é um instrumento financeiro híbrido, com atributos de capital e de dívida e com flexibilidade no financiamento, e avançará com um capital inicial de 100 milhões de euros, podendo ser reforçado até aos 150 milhões de euros, juntando-se ao Fundo Caixa Empreender +, lançado recentemente com um montante de 25 milhões de euros e dedicado aos negócios emergentes, às empresas de criação recente e aos projectos de inovação.

«Queremos estar cada vez mais próximos dos clientes, nomeadamente das empresas, daí a aposta no desenvolvimento da nossa rede de centros de empresas, porque queremos que o crédito às PME seja mais alargado», frisa o presidente da CGD, garantindo que o banco vai «apoiar os empresários de hoje que ontem foram empreendedores».

A partir de 2010 a Caixa pretende lançar novos veículos dedicados à actividade de capital de risco, que poderão aplicar até 325 milhões de euros.

Tendo em conta os actuais fundos de capital de risco geridos pela Caixa ou participados pelo banco público, que englobam recursos de montante superior a 500 milhões de euros, o objectivo é duplicar esse valor no futuro próximo. «A Caixa tem como grande objectivo alargar a participação no segmento das PME, onde detém uma quota de mercado de 15%, de forma a aumentá-la para valores que se aproximem das outras áreas em que lidera o mercado. É o nosso grande desafio», diz Faria de Oliveira.

Nos últimos dois anos a quota de mercado no segmento empresarial da CGD no mercado português cresceu de 11 para 15%. Faria de Oliveira aponta como objectivo alcançar em breve uma fasquia de «20 e tal por cento. Sabemos da concorrência dos outros bancos, pelo que temos de conquistar quota».

Por seu turno Francisco Bandeira, administrador da CGD, aponta para a intenção de «ser o principal banco das melhores PME» e anunciou que será feito em breve um roadshow no território nacional para dar a conhecer às empresas as características do Caixa Mezzanine.

Lusa

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