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Actualidade

CEFAMOL promove missão empresarial ao Irão

A CEFAMOL – Associação Nacional da Indústria de Moldes – promove, entre 3 e 10 de Setembro, uma missão empresarial ao Irão. A visita tem como objectivo conhecer a realidade dos negócios naquele país e encetar contactos comerciais relevantes junto de empresas injectoras de plástico iranianas de referência do sector automóvel, embalagem, utilidades domésticas e telecomunicações, revela o site da Market Access, a entidade responsável pela organização da missão.

Além de representantes da CEFAMOL, a comitiva é composta pelas empresas: A. Silva Godinho; Geco; LN Moldes; Moldes RP; Moldit; Moldoplástico; Moldworld; Moliporex; Ribermold; SET; Socem; Tecmolde e Topo

«A partir da sua presença local em Teerão a Market Access tem preparadas reuniões individualizadas com algumas das principais empresas injectoras de plástico iranianas. A Market Access possui no Irão uma equipa de técnicos locais especializados que, além de um conhecimento profundo da realidade do país e da forma de realizar negócios no Irão, assegurará um acompanhamento permanente das visitas às fábricas dos potenciais clientes das empresas portuguesas», adianta.

A Market Access recorda que o sector de moldes português procura explorar oportunidades de negócio, diversificando as suas operações para mercados de exportação não tradicionais e com potencial de crescimento como o Irão. Estimativas apontam para que o crescimento real do PIB iraniano seja de 2,9% no próximo ano, 3,5% em 2011 e 4,1% em 2012.

«O Irão afigura-se como um mercado relativamente inexplorado por empresas ocidentais fabricantes de moldes, além de que possui algumas das maiores empresas da região do Golfo nos sectores-alvo desta missão», adianta.

Apesar de ser um mercado de risco, com um quadro económico com diversos problemas estruturais e vivendo uma situação politico-social complexa, os empresários participantes nesta iniciativa apostam num retorno significativo do investimento que a organização desta missão empresarial acarreta.

O Irão é o segundo país mais populoso a seguir ao Egipto em toda a região do Médio-Oriente e Norte de África, sendo que a maioria dos seus 73 milhões de habitantes são jovens. A população tem níveis de educação bastante elevados e o número de mulheres profissionalmente activas é significativo, muito acima da média de outras repúblicas islâmicas.

Em termos económicos a Market Access identifica como principais desafios do país a criação de novos empregos de forma a fazer face à pressão demográfica e à crescente participação das mulheres na vida activa. Por outro lado, o nível de inflação é bastante elevado e diversos preços subsidiados e controlados, mascarando ineficiências e colocando obstáculos ao desenvolvimento do sector privado. Hoje em dia, mais de 60% da produção industrial do país está nas mãos do Estado.

Sector automóvel é o mais significativo a seguir ao petróleo e derivados

Segundo informações recolhidas pela Market Access, o sector industrial iraniano tem apresentado um crescimento constante ao longo dos últimos anos sendo que o sector automóvel é, depois do petróleo e seus derivados, a maior indústria do país, registando um crescimento na ordem dos 25%, um ritmo muito superior ao crescimento dos restantes sectores.

O Irão é o 17º maior fabricante mundial da indústria automóvel com cerca 25 construtores, 1.200 fornecedores e mais de 650 mil trabalhadores no sector. Com o célere crescimento demográfico e a fraca rede de transportes públicos, a produção nacional de automóveis ainda é inferior à procura interna. Este é por isso um que grandes marcas internacionais como a Kia, Peugeot, Citroen, Mazda, Mercedes, Volvo; Volkswagen, Renault entre outras encaram numa perspectiva de investimento e estabelecimento de parcerias loacais.

O sector automóvel é caracterizado por uma forte concentração dada a politica proteccionista aplicada pelas autoridades a este sector. Por isso a esmagadora maioria da produção está concentrada nos grupos Khodro e Saipa (empresas públicas).

Embora exista um crescimento visível do sector privado na produção de componentes para automóvel, o mercado de importação de moldes do Irão ainda vive bastante do consumo de produtos de origem asiática, nomeadamente da China.

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