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Actualidade

Criar um Mundo Sem Pobreza

Célia Marques

Muhammad Yunus, fundador do Grameen Bank (o banco do microcrédito) e Nobel da Paz em 2006, acredita nos negócios sociais como forma de combater a pobreza. Um novo modelo de negócio, assente na venda de produtos a preços que o tornam auto-sustentável, mas que não paga dividendos. O lucro fica retido na empresa, para financiar a sua expansão, criar novos produtos ou serviços e «multiplicar o bem no mundo». O objectivo continua a ser o de fazer dinheiro, mas para resolver problemas. Aproveitar o poder e utilidade do mercado livre para combater a pobreza e degradação ambiental.

O fundador do microcrédito canaliza sobretudo para a iniciativa privada a responsabilidade – e o poder – de reduzir os níveis de pobreza, ao mesmo tempo que explica porque é que a caridade, as ONG, os governos e mesmo a responsabilidade social se têm revelado ineficazes naquele contexto.

Segundo Yunus, mais do que preocuparmo-nos com a saúde, educação e oportunidades de emprego dos pobres, é preciso perceber que podem ser empresários individuais e criar emprego para outros pobres: É este o principio do microcrédito que está a contribuir para o cumprimento do objectivo de reduzir para metade (até 2015) a pobreza no Bangladesh, país onde o número de habitantes por quilómetro quadrado excede o que resultaria do encaixe da população mundial no território dos Estados Unidos.

Para além do Grameen Bank (o banco do microcrédito), Muhammad Yunus aplicou a lógica dos negócios sociais em organizações como a Grameen Agriculture e Grameen Energy.

Título: Criar um Mundo Sem Pobreza
Autor: Muhammad Yunus
Editora: Difel
329 páginas

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