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Actualidade

Sector de moldes e plásticos integram cluster português

A câmara da Marinha Grande, as empresas do sector de moldes e plásticos e o Instituto Superior Técnico (IST) integram um cluster com o objectivo de participar num projecto europeu destinado a promover a competitividade na indústria, revela a Lusa.

«O objectivo é desenvolver a capacidade de trabalhar em rede e identificar boas práticas numa determinada região, tanto na pesquisa quanto na produção, que possam ser aplicadas em outras», disse a pesquisadora Elsa Henriques, do IST.

O projecto, que liga parceiros em Portugal, Espanha, França, Itália, Áustria e República Checa, foi apresentado recentemente em Praga na conferência internacional Research Connection, promovida pela Comissão Europeia.

A participação de Portugal no ClusterPlast resultou do trabalho desenvolvido na indústria de moldes e ferramentas em Portugal, liderado pelo Centro Tecnológico da Indústria de Moldes e Ferramentas Especiais e Plásticos (CENTIMFE), sediado na Marinha Grande.

«Portugal aparece na indústria de moldes e ferramentas como tendo uma tipologia de organização industrial, uma forma de trabalhar e desenvolver os projectos, e de colaborar, que é conceituada na Europa e no mundo», disse Elsa Henriques.

Financiado com cerca de 750 mil euros por 18 meses pelo 7º Programa Quadro da União Europeia, na rubrica Regiões e Conhecimento, o ClusterPlast integra-se numa estratégia de criação de ligações para cooperação, ou clusters, entre empresas, entidades de investigação e autoridades locais, e de promoção de uma colaboração interclusters à escala europeia.

«Pretende-se neste triângulo perceber o que está a ser feito em cada uma destas áreas, quais as tecnologias fundamentais que as empresas e regiões consideram importantes para o seu desenvolvimento, e que projectos e iniciativas devem ser multiplicados», disse a pesquisadora.

Em questão também está descobrir «a melhor forma de disseminar pelo tecido económico resultados de projectos de investigação que muitas vezes ficam com quem os desenvolveu» e facilitar a integração entre os três vértices do triângulo.

Trata-se, em síntese, de «promover sinergias entre as empresas, as universidades e centros de investigação, e as autoridades locais para obter um crescimento económico sustentado».

O ClusterPlast, que teve início em Janeiro e terá a sua primeira assembleia-geral de parceiros em Junho em Valência (Espanha), é, de acordo com Elsa Henriques, «um projecto de estudo da situação no sector, de identificação de boas práticas e até de aconselhamento a nível das políticas públicas».

Para os próximos cinco a dez anos, o projecto vai apoiar a definição de um plano de actividades conjunto, integrando os diversos clusters europeus, explorando oportunidades e potencialidades em resposta às necessidades do sector, e dando indicações estratégicas às empresas e às entidades de investigação sobre as suas apostas futuras.

As conclusões servirão para orientar as entidades europeias, nacionais e locais no sentido de promoverem apoios às empresas que permitam o desenvolvimento sustentado daquelas tecnologias.

LE com Lusa

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