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Empresas

ANGG Indústria inicia laboração dentro de dois meses

Célia Marques

A ANGG Indústria – empresa que anunciou, o ano passado, um investimento de três milhões de euros na área dos moldes, na Marinha Grande – prevê inaugurar a unidade industrial dentro de dois meses, revelou o anterior sócio e actual director financeiro, Pedro Guerra, ao Leiria Económica. A ANGG passou a ser uma empresa de capitais mistos, propriedade do accionista da espanhola Ispamoldes.

Segundo o responsável, o atraso fica a dever-se a questões legais relacionadas com a aquisição, em processo de insolvência, da Fipromolde. «A compra das instalações e equipamentos foi feita à massa insolvente da Fipromolde e o processo sofreu um atraso devido a questões burocráticas», explicou.

As obras na unidade industrial já arrancaram, assim como o processo de certificação ambiental, de qualidade, e do centro de Investigação & Desenvolvimento, adiantou.

Central fotovoltaica abre em Junho

A ANGG Indústria vai ser a primeira unidade industrial em Portugal auto-sustentável em termos energéticos, estando prevista a abertura da central fotovoltaica para Junho próximo, altura em que começam a ser concedidas as licenças nesse sentido.

A unidade vai acolher 27 painéis fotovoltaicos, que representam uma potência total instalada de 150 Kw, e um investimento na ordem dos 500 mil euros, que deverá ser recuperado em seis anos.

«Pagamos a electricidade a 11 cêntimos o kWh à EDP, e recebemos 65 cêntimos por kWh vendido à REN. A empresa é auto-sustentável porque produz mais do que consome e acaba por não ter custos com a electricidade. Daqui a seis anos estará a gerar um excedente na ordem dos cinco mil euros mês», explicou Pedro Guerra, que no período de espera pela resolução de questões burocráticas, tem estado a trabalhar, em parceria com a Martifer, em projectos de microgeração de energia. A estes seguir-se-ão «as centrais fotovoltaicas», adiantou.

Empresa vai comercializar painéis fotovoltaicos a custo zero para o cliente

Identificado o potencial de negócio na energia fotovoltaica, o responsável decidiu comercializar, em parceria com a Martifer, painéis fotovoltaicos, em regime de project finance, a custo zero para o cliente, resultado de um acordo firmado com o Banco Santander.

O acordo prevê que as empresas que adquirem os painéis fotovoltaicos canalizem para o Santander a receita da energia que irão vender REN, até perfazer o valor do investimento, mais juros. Findo esse período – seis anos em média – é a empresa que passa a receber a receita gerada.

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