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Actualidade

Gás: UE vê situação «muito grave» e «inaceitável»

A Comissão Europeia afirmou hoje que «muito pouco ou nenhum gás» russo está a passar para a Europa e que os seus peritos não estão a ter acesso às estações de distribuição, situação que considerou grave e inaceitável.

«A informação que temos dos nossos observadores (no terreno) é que muito pouco ou nenhum gás transita actualmente» para os clientes europeus, declarou uma porta-voz da Comissão Europeia, Pia Ahrenkilde Hansen, à imprensa em Bruxelas.

«A situação é evidentemente muito grave e tem de ser melhorada rapidamente», acrescentou.

A Comissão Europeia indicou também que os especialistas europeus encarregados de controlar o transporte do gás russo não estão a ter pleno acesso às estações que deveriam controlar na Ucrânia e na Rússia.

«A situação é inaceitável», afirmou um outro porta-voz da Comissão, Ferran Tarradellas. «Já não há desculpas» para impedir a retomada completa do fornecimento de gás russo à Europa, disse.

Os observadores, europeus, russos e ucranianos, «não têm um direito de acesso total» às salas de controlo das estações em causa, segundo este porta- voz, referindo-se ao centro de distribuição da Gazprom em Moscovo, onde estão dois observadores europeus, e ao centro da Naftogaz em Kiev, onde estão seis.

«É impossível para a equipa de observadores fazer o seu trabalho» nestas condições, disse. «Eles têm de ter livre acesso às salas de controlo», acrescentou.

A formação das equipas de observadores resulta do compromisso assumido pela Rússia, Ucrânia e a UE para pôr fim à suspensão do fornecimento de gás através da Ucrânia que deixou vários países europeus sem gás.

A companhia estatal russa de gás, Gazprom, acusou hoje a Ucrânia de estar a bloquear o gás com destino a países europeus, horas depois desse fornecimento ter sido retomado.

A Gazprom anunciou o reinício do fornecimento dos gasodutos que atravessam a Ucrânia minutos depois das 10:00 locais (07:00 TMG e Lisboa), mas quatro horas depois o vice- presidente da companhia, Alexandre Medveved, informou que o gás não está a passar para a Europa.

«A Ucrânia não abriu as condutas de exportação e fechou a entrada da conduta que segue para os Balcãs. Não temos possibilidade física de bombear o gás para os clientes europeus», disse Medvedev à imprensa em Moscovo.

As autoridades ucranianas não reagiram num primeiro momento mas informaram entretanto que o gás não está a seguir para a Europa por problemas técnicos na Ucrânia.

Os observadores, europeus, russos e ucranianos, «não têm um direito de acesso total» às salas de controlo das estações em causa, segundo este porta- voz, referindo-se ao centro de distribuição da Gazprom em Moscovo, onde estão dois observadores europeus, e ao centro da Naftogaz em Kiev, onde estão seis.

«É impossível para a equipa de observadores fazer o seu trabalho» nestas condições, disse. «Eles têm de ter livre acesso às salas de controlo», acrescentou.

A formação das equipas de observadores resulta do compromisso assumido pela Rússia, Ucrânia e a UE para pôr fim à suspensão do fornecimento de gás através da Ucrânia que deixou vários países europeus sem gás.

A companhia estatal russa de gás, Gazprom, acusou hoje a Ucrânia de estar a bloquear o gás com destino a países europeus, horas depois desse fornecimento ter sido retomado.

A Gazprom anunciou o reinício do fornecimento dos gasodutos que atravessam a Ucrânia minutos depois das 10:00 locais (07:00 TMG e Lisboa), mas quatro horas depois o vice- presidente da companhia, Alexandre Medveved, informou que o gás não está a passar para a Europa.

«A Ucrânia não abriu as condutas de exportação e fechou a entrada da conduta que segue para os Balcãs. Não temos possibilidade física de bombear o gás para os clientes europeus», disse Medvedev à imprensa em Moscovo.

As autoridades ucranianas não reagiram num primeiro momento mas informaram entretanto que o gás não está a seguir para a Europa por problemas técnicos na Ucrânia.

Lusa

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