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Actualidade

Angola: crise obriga a «reajustamento» no Orçamento

O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, anunciou hoje em Luanda que a descida dos preços do petróleo e dos diamantes obrigam a reajustamentos no Orçamento de Estado e no Plano Nacional para 2009, mas não vão afectar a reconstrução nacional, revela a agência Lusa.

Apesar da crise financeira global, o Governo angolano vai empenhar-se em manter a estabilidade política e macroeconómica e continuará a realizar investimentos públicos significativos na reabilitação e construção de infra- estruturas, garantiu José Eduardo dos Santos, na sua tradicional mensagem de fim-de-ano à Nação, transmitida em simultâneo nos órgãos públicos de comunicação social angolanos.

«No nosso caso, o preço do petróleo e dos diamantes tem estado a descer muito, exigindo do nosso Governo acções que visem o reajustamento do Orçamento Geral do Estado e de algumas metas do Plano Nacional para 2009», salientou Eduardo dos Santos.

Segundo o estadista angolano, «esse ajustamento, não vai modificar a estratégia nem os objectivos estabelecidos no domínio económico e social».

Nessa perspectiva, José Eduardo dos Santos disse que o executivo angolano vai criar empregos e condições para o crescimento da produção, na base do aproveitamento racional dos recursos naturais, respeitando o equilíbrio entre a economia e a ecologia.

«O Governo vai estimular e incentivar o investimento privado na produção, para aumentar a oferta de bens e serviços, e vai também desenvolver uma política adequada de investigação científica, de formação e gestão dos recursos humanos», frisou.

«Apesar das consequências que Angola possa sofrer por causa da crise económica mundial, pretendemos manter o nosso modelo de desenvolvimento sustentável e a tendência de forte crescimento económico, com a geração de empregos e a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e das famílias angolanas», declarou José Eduardo dos Santos

Segundo o Presidente angolano as conquistas já obtidas por Angola na reconstrução do país são «expressivas» e serão ainda «maiores» nos anos que se seguem, se os angolanos forem capazes de reconstruir também as mentalidades.

Relativamente ao ano de 2008 José Eduardo dos Santos elogiou a participação «maciça e exemplar» dos cidadãos nas eleições legislativas de cinco de Setembro, referindo que agora existe a certeza de que a grande maioria dos angolanos apoia «sem reservas» a política de reconstrução nacional e de desenvolvimento em curso.

«Para a completa normalização da vida política nacional falta-nos agora aprovar a nova Constituição da República e realizar as eleições presidenciais», afirmou.

Para Eduardo dos Santos, participação «consciente» do cidadão comum na vida nacional foi importante, desejando que seja complementada com a revalorização do seu lugar junto da família, do trabalho e da comunidade mais próxima, de modo a criar uma sociedade mais «justa e equilibrada».

Lusa

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