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Actualidade

Banca dificulta crédito à indústria

Existem expectativas demasiado pessimistas do sector bancário quanto ao desempenho das empresas industriais, acabando por se tornar um entrave adicional à sua necessária retoma, revela uma nota do Gabinete de Estudos da Associação Empresarial Portuguesa.

Desde 2006, verificou-se uma aceleração do crédito bancário às empresas portuguesas, com excepção das empresas industriais, movimento que se prolongou até meados do primeiro semestre do corrente ano. Segundo a AEP, o crédito bancário a este ramo vinha apresentando consecutivas diminuições desde 2004.

«Somente em Março de 2007 começaram a surgir os primeiros sinais de inversão. No entanto, comparativamente com os outros sectores, a indústria apresenta ainda uma evolução inferior à média», adianta.

Segundo a AEP, o grau de endividamento das empresas industriais, medido como o rácio do stock do crédito bancário no VAB, era de 63,3% no final de 2007, contra os 65% registados no final de 2005, um desempenho que contrasta com o ligeiro reforço do endividamento nos serviços e o substancial crescimento na construção.

«Embora se tenha dado uma inversão no ciclo de quatro anos em que se verificou uma retracção no stock de crédito concedido à indústria, existem claros indícios de que os bancos continuam com uma postura extremamente cautelosa perante este sector», explica.

A AEP adianta que, entre 2004 e 2007, o crédito mal parado da indústria reduziu-se de forma significativa e, nos últimos meses, cresceu abaixo da média dos outros ramos de actividade, o que a leva a inferir «que existem expectativas demasiado pessimistas do sector bancário quanto ao desempenho destas empresas», o que acaba «por se tornar um entrave adicional à necessária retoma dos sectores produtores de bens transaccionáveis e, consequentemente, da economia nacional».

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