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Actualidade

Câmara de Leiria admite atrasos na construção do mega-centro comercial

A presidente da Câmara Municipal de Leiria admitiu hoje à Lusa que vão ocorrer atrasos na construção do primeiro grande centro comercial da cidade, devido à impugnação judicial da adjudicação interposta por um dos consórcios derrotados no concurso para a sua instalação.

«É um projecto muito importante para a cidade que devia avançar o mais rapidamente possível, mas que agora vai atrasar-se», disse em declarações à agência Lusa Isabel Damasceno, dias depois da Chamartín, que ficou em segundo lugar no concurso, ter intentado no Tribunal Administrativo e Fiscal de Leiria uma acção cautelar contra a adjudicação ao vencedor, o consórcio MDC/Lena.

O prazo de construção previsto é de dois anos após a assinatura do contrato. Inicialmente apontava-se para a possibilidade da obra estar concluída em 2010, mas, face à impugnação, o de 2011 começa a surgir como a data mais provável para a abertura do espaço.

A autarca disse não ter ficado surpreendida com o recurso ao Tribunal por parte do consórcio derrotado, dada a construção do mega-centro comercial ser «uma obra de muito interesse e com grande peso».

Isabel Damasceno acrescentou «estar absolutamente convicta de que a solução escolhida pelo município é a que melhor serve a cidade e os seus cidadãos», desejando que «o processo se resolva com celeridade».

O consórcio vencedor para a construção e exploração do mega-centro comercial de Leiria integra as empresas MDC (que gere os shoppings Fórum) e a Lena Construções.

Fonte deste consórcio confirmou ter sido recebida a notificação da acção.

«Estamos a analisar o processo, sobre o qual nos iremos pronunciar no local apropriado, respondendo àquilo que tivermos de responder», disse a mesma fonte à Agência Lusa.

A confirmação do consórcio vencedor para a construção e exploração do mega-centro comercial de Leiria – que ficará localizado entre o estádio municipal e o Mercado do Levante – ocorreu em Junho e seguiu-se a um recurso da Chamartín, após ser conhecida a 01 de Abril a decisão da Câmara no sentido de entregar a empreitada à MDC/Lena.

No recurso então apresentado, a Chamartín alegava que a localização proposta pelo grupo vencedor para o centro comercial era irregular, mas a autarquia manteve a decisão.

LE com Lusa

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