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Empresas

Facturação da Maxiplás cresceu 54% nos últimos dois anos

Célia Marques

A facturação da Maxiplás – empresa de injecção de componentes plásticos, sedeada em Pombal – cresceu 54% nos últimos dois anos, cifrando-se em 3,345 milhões de euros em 2007. É o reflexo da entrada dos novos sócios Cingel (20%) e Socem (40%) e de uma reorientação estratégica. Em 2010, a empresa deverá atingir uma facturação superior a 5 milhões de euros.

Para atingir aquele objectivo, a Maxiplás vai focar-se essencialmente nas indústrias automóvel e electrónica, tendo «perspectivados novos clientes», e o reforço das relações comerciais com os actuais, como a Bosch «que possui 26 fábricas na Europa», explicou Luís Febra, director-geral da Socem, evidenciando o potencial de crescimento que a marca representa para a Maxiplás.

As exportações directas representam actualmente 12% da facturação, «embora uma boa parte do produto que integra os nossos componentes se destine ao mercado externo», adiantou o responsável ao Leiria Económica, salientando que o objectivo é colocar as exportações directas na ordem dos 50% da facturação até 2010.

A Maxiplás tem na carteira de clientes marcas como a Preh, Bosch e Taiyo, que representam 60% da facturação, destacando-se a Taiyo, cliente que entrou com a nova gerência, e que representa, por si só, 25% da facturação.

Reorientação estratégica

Nos últimos dois anos, a empresa – que estava direccionada para artigos de utilidade doméstica e peças técnicas – reforçou a sua presença no mercado das indústrias eléctrica/electrónica, telecomunicações e automóvel.

«Deixámos de estar focados no produto e passámos a olhar para o mercado e para soluções globais», explicou Luís Febra, director-geral do Grupo Socem, durante a apresentação do projecto One Step Ahead, nas instalações da empresa, na última terça-feira.

Para responder «aos mercados mais exigentes», a Maxiplás investiu cerca de 600 mil euros em novos equipamentos, tendo também implementado um sistema de qualidade de acordo com a norma NP EN – ISO 9002 e adaptado o sistema de gestão da qualidade aos requisitos da ISO 9001: 2001. Durante os últimos dois anos, foram contratados cinco novos colaboradores, perfazendo um total de 55.

«A empresa está dimensionada para fazer face aos objectivos de produção e facturação que fixámos para 2010. Os investimentos a fazer serão pontuais, relacionados com recursos humanos, e em função dos projectos a angariar», finalizou Luís Febra.

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