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Actualidade

Miguel Sousinha: nova divisão corresponde a «desastre» para regiões

O presidente da Associação Nacional das Regiões de Turismo (ANRET), Miguel Sousinha, classificou como um «desastre» para o sector a redução dos actuais 19 organismos para cinco, hoje aprovada pelo Conselho de Ministros, revela a agência Lusa.

O Conselho de Ministros aprovou hoje a redução de 19 para apenas cinco as regiões de turismo, coincidentes com as regiões administrativas, que o ministro da Economia, Manuel Pinho, apresentou como «um esforço de racionalização».

Das actuais 19, passam-se para cinco regiões – Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve – havendo ainda uma aposta prioritárias noutras cinco zonas do país com potencial turístico – Alqueva, Litoral Alentejano, Região Oeste e Douro.

«Estranho aquilo que está naquele comunicado do Conselho de Ministros» porque vem «basear o turismo no país na ligação às NUT’s [Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos]», afirmou à Agência Lusa Miguel Sousinha, que preside ainda à Região de Turismo de Leiria/Fátima.

O dirigente afirmou que irá tentar ver a lei antes de «tomar uma posição oficial», mostrando-se desiludido com a decisão do Governo, já que muitas regiões de turismo estavam a negociar fusões para responder à necessidade de escala para o sector imposta pelo Executivo.

«Isto será uma redução sem qualquer estratégia turística e sem ligação às marcas territoriais», considerou o presidente da ANRET, que critica as funções previstas para as novas estruturas.

«Espero que as competências das novas entidades não sejam aquelas que foram apresentadas nas últimas propostas» do Governo, salientou, considerando que será o «desastre das regiões turísticas porque passarão a ser órgãos sem qualquer competência e sem capacidade funcional».

Além disso, a ligação à economia política regional vai perder-se e os circuitos turísticos já instalados poderão ser afectados, criticou.

Exemplo disso é o caso da Região de Turismo de Leiria/Fátima, que é dirigida por Miguel Sousinha, em que o santuário de Fátima e monumentos como os de Tomar e Alcobaça passarão para a tutela de Lisboa enquanto os mosteiros da Batalha e o castelo de Leiria serão geridos a partir de Coimbra. «Não faz qualquer sentido», considerou Miguel Sousinha.

LE com Lusa

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