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Actualidade

DECO: famílias têm de ter atitude preventiva face à subida dos juros

A DECO alertou hoje as famílias portuguesas com crédito à habitação para ter «uma atitude preventiva» na gestão do orçamento familiar, por causa da instabilidade nos mercados e da subida das taxas de juro.
Em declarações à agência Lusa, o secretário-geral da DECO – Associação de Defesa do Consumidor, Jorge Morgado, sublinhou que «a atitude preventiva é muito importante», especialmente em situações em que a taxa de esforço [não deve ultrapassar os 33% do orçamento] ainda não é muito elevada.

«Em primeiro lugar, as famílias têm de fazer uma boa administração do orçamento familiar, sentar-se à mesa, até com os filhos, e perceber quanto gastam em todas as rubricas, para saber onde é que ainda existe uma margem de poupança. Isto é muito pedagógico», alertou Jorge Morgado.

O responsável da DECO considera que «este é o bom caminho» e que «muitas pessoas se vão admirar com os resultados» e lamenta que as famílias partam para empréstimos sem antes discutir o assunto.
Ainda numa lógica preventiva, Jorge Morgado frisou que «é importante não manter um grau de fidelização a [um] banco [único]».

«A ideia do meu banco não existe. As pessoas podem e devem a cada momento avaliar o que o mercado está a oferecer e renegociar os seus empréstimos e os spreads ou no banco ou indo ao mercado ver novas possibilidades. Depois devem confrontar o seu banco com as novas condições que lhes foram oferecidas», avisou.

Renegociar o período do empréstimo pode ser solução

Uma atitude que poderá não ser suficiente nos casos em que a taxa de esforço é manifestamente elevada. «Nestas situações, devem tentar renegociar o período do empréstimo e tentar aumentá-la», disse.

Conselhos que Jorge Morgado considera importantes, tendo em conta que as taxas de juro têm vindo a subir e em que os problemas do mercado hipotecário de alto risco dos EUA está a afectar os principais mercados bolsistas mundiais.

«No caso das famílias com elevadas taxas de esforço, qualquer anomalia, seja uma doença, uma separação ou o desemprego precipitam ainda mais o sobre endividamento. O aumento das taxas de juro é sempre um motivo de alarme», disse.

Jorge Morgado critica o aliciamento da oferta para o crédito fácil e considera «provável» que o sobre endividamento aumente este ano, pois «só até 30 de Julho houve 636 casos de crédito mal parado, quando em todo o ano de 2006 se registaram 905».

Lusa

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