Javascript desactivado

Para completa funcionalidade deste site é necessário activar o JavaScript. Aqui estão as instruções de como activar o JavaScript no seu navegador.

Actualidade

Produtores de vinho aplaudem abate de 200 mil hectares

O abate de 200 mil hectares de vinha na Europa é encarado como globalmente positivo pelos agentes do sector vinícola português. Combater o excesso de produção é a principal razão para proceder a esta reforma num sector que se vê a braços com a concorrência agressiva do designado Novo Mundo, revela a edição de hoje do Diário Económico.

Além do fim dos subsídios às queimas das vinhas de má qualidade, a nova reforma do OMC do vinho prevê ainda a liberalização do mercado vitivinícola europeu em 2013, medida que a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), ouvida pela agência Lusa, diz não concordar.

A simplificação dos rótulos das embalagens é outra das medidas muito bem aceites pelos produtores do sector. «Um rótulo não é nem deve ser uma ficha técnica», sublinha o presidente da ANCEVE. A discussão do mercado dos vinhos vai ser firmada pela presidência portuguesa da UE, uma vez que Bruxelas quer que a nova OMC do sector entre em vigor ea um de Agosto de 2008, as a decisão cabe aos 27 Estados-membros.

Para ler na íntegra, clique aqui

LE com Diário Económico

As mais lidas

Secil inaugura unidade de produção de microalgas em Pataias

A Secil inaugurou hoje, na sua fábrica em Pataias, Alcobaça, uma unidade de produção de microalgas. O projecto envolve a captação e utilização do CO2 ali gerado, por microalgas, que são depois canalizadas para os mercados que as aproveitam como ingrediente sustentável, natural e rico em compostos bioquímicos, nomeadamente para os da alimentação humana e animal. O investimento é de 15 milhões de euros.

Câmara vende Topo Norte do Estádio por 1,3 milhões para instalação das Finanças

O Município de Leiria aprovou esta terça-feira uma proposta de alienação da Torre Nascente do Topo Norte do Estádio Dr. Municipal Magalhães Pessoa, com uma área de construção de 4.500 metros quadrados, destinada a instalações para albergar e juntar num único local os Serviços de Finanças locais e distritais de Leiria. O valor da alienação do prédio é fixado em  1.339.503 euros.