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Actualidade

CERL exige condições concorrenciais no mercado de gás natural

O Conselho Empresarial da Região de Leiria (CERL) – órgão consultivo da NERLEI para questões relacionadas com o desenvolvimento regional – exige a intervenção do governo no sentido de «criar condições de concorrência no mercado do gás natural, tomando medidas que obriguem à descida de preços em consonância com os disponibilizados aos concorrentes nacionais, ibéricos e europeus das empresas da região de Leiria, nomeadamente aplicando um tarifário semelhante aos espanhol», revela a NERLEI em comunicado.

A tomada de posição pública relacionada com a problemática dos preços do gás natural e seus efeitos na competitividade das empresas da região – que resultou da reunião realizada a 12 de Julho, em sessão alargada a diversas entidades regionais e nacionais – afirma ainda que é necessário não deixar as PME do vidro e cerâmica «à mercê de lobbys monopolistas, por falta de uma política energética nacional».

O documento adianta ser «imperioso» garantir que as grandes empresas a operar em Portugal não pratiquem políticas de preços que subvertam os compromissos ambientais nacionais e internacionais assumidos, aumentando os preços do gás se as empresas diminuírem os seus consumos.

A tomada de posição em causa será agora enviada ao Governo Civil de Leiria, aos deputados à Assembleia da República eleitos por Leiria, ao presidente da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) e ao secretário de Estado Adjunto da Indústria e Inovação.

Na reunião de sexta-feira foi ainda decidido criar um grupo de trabalho para aprofundar o estudo desta questão no sentido da sua clarificação e resolução e convidar o presidente da ERSE, Vítor Santos, para um jantar-conferência a promover pela NERLEI.

Custo da energia trava competitividade

O vidro e a cerâmica são dois dos principais sectores de actividade da região, que por sua vez concentra grande parte das empresas nacionais destas indústrias, grandes consumidoras de energia, relembra o documento de trabalho produzido na reunião.

O documento relembra ainda que o peso dos custos energéticos nos custos totais destas indústrias é de 35 a 40% e que as empresas da região de Leiria competem com congéneres nacionais e ibéricas, em desigualdade de circunstâncias, uma vez que um dos principais factores de competitividade lhes é retirado à partida.

Para além disso – adianta – o fornecedor de gás natural na região «detém uma posição excessiva no mercado, praticando preços demasiado elevados e políticas de preço que incentivam ao consumo desnecessário (maiores consumos, tarifas mais baixas)», resultando em maiores emissões de CO2 para a atmosfera.

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