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Empresas

Tecmolde assina contrato de dois milhões com Ford russa

A Tecmolde, empresa de moldes da Marinha Grande, assinou um contrato de fornecimento de moldes para plásticos com a Ford da Rússia, anunciou em Moscovo o Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor. O contrato, «no valor de cerca de dois milhões de euros, prevê o fornecimento de moldes para o fabrico de componentes para automóveis que a multinacional Ford produz na unidade industrial dos arredores de São Petersburgo», disse à Lusa.

Segundo António Santos, presidente da Tecmolde, o contrato é fruto «da insistência e da paciência da empresa no mercado russo», disse, adiantando que «a Tecmolde e um instituto russo estão a desenvolver um projecto de fabrico de moldes para válvulas de plástico para o coração», tratando-se de um trabalho «altamente técnico, de muita responsabilidade, mas estamos optimistas quanto aos resultados», concluiu.

A Tecmolde é uma das empresas portuguesas que há mais tempo marca presença no mercado soviético (depois russo), há cerca de trinta anos, e procura novas áreas de cooperação.

Visita em busca de «novas oportunidades»

Fernando Serrasqueiro disse ainda à Lusa que existem «sectores estratégicos em que as empresas portuguesas estão a ter sucesso, que há sectores em que vale a pena investir, até porque o sistema produtivo russo propicia que empresas portuguesas possam ter aqui muitas oportunidades de negócio».

Segundo o Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, um dos objectivos da viagem passa por «procurar novas oportunidades». Pretende-se ainda «criar condições para que a visita do primeiro-ministro à Rússia (prevista para finais de Maio), na sua componente económica, possa correr bem».

Mercados prioritários para as exportações: Brasil, China, Índia, Angola e Rússia

Segundo Fernando Serrasqueiro, a Rússia, além do Brasil, China, Índia e Angola, é um dos mercados prioritários para as exportações portuguesas. Nesse sentido, o ICEP procura novas formas de apoio aos empresários «num mercado complexo, quer a nível da legislação, quer do tecido produtivo».

A representação do ICEP em Moscovo está a fazer um levantamento dos russos que falam português «para formar uma rede de contactos». O ICEP estuda também a possibilidade de na Rússia vir a aparecer um “Centro de Portugal”, onde poderão estar representados produtos e empresas portuguesas.

«Estamos a estudar a legislação russa para definir quais as melhores formas de estar presente na Rússia», declarou Fernando Serrasqueiro.

LE com Agência Lusa

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