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«Para haver desenvolvimento é necessário existir um projecto»

«O desenvolvimento não nasce de uma forma espontânea. Para haver desenvolvimento é necessário existir um projecto, os recursos não bastam». Palavras de José Cadima Ribeiro, professor da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, durante a sessão de abertura do segundo dia do IV Congresso da ADLEI – Associação para o Desenvolvimento de Leiria.

Para José Cadima Ribeiro, os recursos de uma região não bastam para o seu desenvolvimento: «Se bastassem os recursos, teríamos África ou a América Latina como líderes mundiais em desenvolvimento. Isto significa que é necessário articular os recursos com a competência e com os actores, pois só dessa forma se consegue alcançar a vantagem competitiva de um território».

Vectores estratégicos no desenvolvimento de uma região

Segundo José Cadima Ribeiro, há um conjunto de vectores estratégicos de viabilização do desenvolvimento de uma região. São eles a massa crítica, em que apresenta as parcerias regionais e internacionais como uma forma de as regiões se tornarem competitivas; o projecto/estratégia, em que deve existir um reposicionamento na cadeia de valor, com uma aposta em áreas de negócio com uma forte componente tecnológica e de gestão, partindo da respectiva carteira de recursos e competências.

Acresce a inovação/criatividade, com uma aposta em I&D e desenvolvimento de uma cultura receptiva à novidade e à diferença; coordenação/cooperação, em que deve existir uma concentração de esforços no desenvolvimento de uma cadeia de inovação tecnológica envolvendo empresas, universidades e unidades de transferência de tecnologia, parceria, em que se deve tirar partido da rede de solidariedades locais e da capacidade de concertação existente, comprometendo agentes económicos e sociais e decisores políticos.

Por fim, o ordenamento urbano, devendo assumir-se uma política urbana activa, expressa no favorecimento do funcionamento em rede, como instrumento de angariação de massa crítica em matéria de oferta de serviços e de qualificação ambiental. Mas, «nada disto se faz sem liderança», explicou.

LE com comunicado da ADLEI

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