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Actualidade

«É urgente planear o futuro do Centro Histórico de Leiria»

«É urgente planear o futuro do Centro Histórico de Leiria, articulando a acção de diferentes intervenientes». Foi assim que Jaime Pereira, aluno da Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, coordenador executivo da secção juvenil do Congresso da ADLEI, classificou a importância da reabilitação do Centro Histórico de Leiria para o desenvolvimento da cidade.

António Moreira de Figueiredo, arquitecto coordenador do Programa Polis de Leiria, acusa a falta de apoio do Estado e as baixas rendas dos edifícios habitacionais do Centro Histórico de serem os principais cúmplices da degradação da zona medieval da cidade. Segundo o Arquitecto, «é prioritário voltar a dar vida ao Centro Histórico, repovoando e respeitando a sua Natureza”»

Mobilis dá prejuízo de 70%

No primeiro painel, “O sistema urbano e a mobilidade”, e tendo em conta os problemas de acessibilidades à cidade e da sua importância para o desenvolvimento sócio-económico da região, foram revistos projectos como o Mobilis – rede de transportes públicos urbanos, o Aeroporto da Ota e o TGV.

Fernando Carvalho, vereador da Câmara Municipal de Leiria, comentador do painel, apesar de admitir a pertinência da expansão de uma rede de transportes públicos, como o Mobilis, Fernando Carvalho relembra que “a extensão da rede Mobilis não é possível por razões económicas”, referindo ainda que o projecto “é sustentado pela Câmara Municipal de Leiria e abarca prejuízos na ordem dos 70%”.

Ainda na opinião do vereador, o Aeroporto da Ota e o TGV trarão grandes benefícios à cidade de Leiria em termos de acessibilidades. No entanto, “é necessário existir vontade política para melhorar as acessibilidades e colocar Leiria no mapa competitivo nacional” – alerta.

LE com comunicado da ADLEI

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