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Actualidade

Alternativas para tratamento de efluentes e propulsores eléctricos amigos do ambiente

Chama-se ‘AsiTech’, baseia-se na comercialização de tecnologias de tratamento de efluentes líquidos projectadas especificamente para cada empresa, consoante as características próprias do respectivo efluente. O projecto, apresentado na Feira de Inventos no âmbito da Semana do Empreendedorismo a decorrer na Open, pode ser uma boa solução para tratar os efluentes das suiniculturas da região de Leiria, revela a edição de hoje do Diário de Leiria.

O projecto é de quatro jovens, licenciados em Engenharia Química, pela faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, que desenvolveram investigações na área do tratamento de efluentes, por processos avançados de oxidação, deixando para trás os métodos tradicionais de tratamento como são exemplo os tratamentos biológicos, que, segundo os autores, apresentam «graves defeitos».

«Se um efluente vier com uma maior carga orgânica, se variar de concentrações por algum motivo, os processos biológicos já não funcionam», explica, adiantando que o ‘AsiTech’, através de serviços de investigação, desenvolvimento e engenharia, assim como a própria implementação dos sistemas de tratamento, promete assegurar soluções exclusivas para o problema específico de cada cliente, adianta o Diário de Leiria.

Propulsores eléctricos amigos do ambiente

Outro dos protótipos apresentado na Feira de Inventos, foi o VEP (Veículo Electrico de Proximidade).
Trata-se de um protótipo experimental de um triciclo, que utiliza «uma estrutura de propulsão que substitui os sistemas tradicionais dos veículos com motores de combustão interna, tornando o veículo totalmente eléctrico, não poluente e mais económico», explicou Nuno Cerqueira, licenciado em engenharia eléctrica, pela faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, que, em conjunto com Ricardo Soares, Rui Araújo, Hugo Oliveira e Ricardo Castro, estão à frente da ‘WeMoveU’, uma empresa em fase de ‘Start-up’.

A empresa assume-se como sendo de «alta tecnologia orientada, na fase inicial, para área de veículos eléctricos de proximidade, e cuja actividade explora oportunidades de negócio na área da propulsão eléctrica e também na forma de serviços de consultoria/projectos especiais», explicaram ao Diário de Leiria.

No caso do VEP, que os responsáveis dizem ser o ideal para, por exemplo, utilizar em aeroportos, trata-se de um veículo «económico, ecológico, eficiente, fácil de conduzir e silencioso», que apresenta «consumos inferiores a 1,50 euros por 100 quilómetros percorridos».

LE com Diário de Leiria

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