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Actualidade

Valorlis envia processo de aquisição de terreno à Procuradoria-Geral da República

A empresa responsável pela gestão dos resíduos sólidos urbanos da Alta Estremadura – Valorlis – vai enviar à Procuradoria-Geral da República o processo de aquisição do terreno para a instalação da central de valorização orgânica e ampliação do aterro sanitário, um negócio cujos preços foram contestados em reunião de Câmara de Leiria pelos vereadores socialistas, revela a edição de hoje do Diário de Leiria.

A decisão da empresa foi anunciada sábado, num comunicado onde a Valorlis se diz no «direito de poder vir mover as acções judiciais que se venham a justificar», na defesa do seu bom-nome, cita o diário.

No comunicado, a Valorlis realça que a decisão da manutenção do aterro em Leiria remonta a 2002, tendo na altura tido o aval da autarquia leiriense, por ter sido entendido que a transferência para Pombal «acarretaria um aumento significativo da tarifa em cerca de 10 euros/tonelada, para além de outros custos ambientais do transportar grandes quantidades de resíduos para outro município», uma decisão ‘ratificada’ em Assembleia-Geral da Valorlis, em 19 de Agosto de 2002.

Avaliação do terreno feita por entidades independentes

Em relação ao valor do terreno – 8,3 milhões de euros (a 8,5 euros por metro quadrado) – a Valorlis afirma que a avaliação foi feita por entidades independentes, entre as quais a Caixa Geral de Depósitos, que definiram o valor de oito euros por metro quadrado.

«Não é verdade que o preço pago tenha sido o valor exigido pelo proprietário: o valor proposto inicialmente era muito mais alto, resultando os oito euros da intensa negociação que se desenvolveu; e não é correcto dizer que “foram vários os proprietários envolvidos», garantem os responsáveis da Valorlis, acrescentando que as duas parcelas pertencem à mesma família, «que se apresentou no negócio como uma única entidade vendedora, e que apenas vendia as duas parcelas conjuntamente».

LE com Diário de Leiria

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