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Actualidade

Exportações portuguesas aceleram no final de 2006

As exportações continuam a surpreender. Em Novembro de 2006 cresceram 12,5% face ao período homólogo anterior, enquanto as importações registam uma tendência de decréscimo ao longo dos últimos meses – embora mantendo uma taxa de crescimento elevada – contribuindo assim para a redução do défice comercial.

Segundo dados divulgados esta semana pelo INE, as exportações extra-comunitárias cresceram, em termos nominais, quase 27% em 2006, contra 7% em 2005, fazendo com que o mercado fora da UE represente, actualmente, cerca de 23% do total das expedições. Países como Rússia, Brasil e China foram os que mais se destacaram enquanto destino das vendas nacionais.

A Rússia absorve 1,4% do total de exportações portuguesas para o exterior da UE, mas cresce a um ritmo superior a 40% ao ano. Brasil e China pesam cerca de 3%, mas registam um acréscimo de 27% e 25%, respectivamente.

As exportações portuguesas são compostas essencialmente por máquinas e aparelhos (32%), produtos refinados (13,5%), têxteis/vestuário (8%) e alimentos (6,4%).

AICEP define 12 mercados prioritários

Segundo a edição de terça-feira do Diário Económico, a nova AICEP, o organismo que aglutina o ICEP (promoção de exportações) e API (promoção dos grandes investimentos) elegeu 12 mercados como aposta para este ano.

Espanha, França, Reino Unido, Alemanha e EUA são os “cinco mercados âncora”. Basílio Horta explicou ainda que Portugal apostará também em cinco mercados emergentes: Índia, China, Rússia, Emiratos Árabes Unidos (abrangendo o Dubai e a Arábia Saudita) e Singapura/Malásia, revelava o DE.

Finalmente, o leque ficará composto com outros dois mercados fundamentais para as empresas portuguesas: Angola e Brasil, sendo que neste último mercado Portugal tem investidos 13 mil milhões de euros.

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