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Empresas

«A China é inevitável»

Célia Marques
cmarques@leiriaeconomica.com

A China é inevitável, revelou Joaquim Menezes, administrador delegado da Iber-Oleff, presente na comitiva que acompanhou o primeiro-ministro durante a visita àquele país. O objectivo da Iber-Oleff passa por «produzir na China a cem por cento», uma vez que as parcerias são complicadas «devido à diferença de cultura empresarial», salientou em declarações ao Leiria Económica.

A Iber-Oleff tem vindo a adiar a decisão de investimento numa unidade de produção, devido ao risco e ao facto de não ter ainda uma equipa de recursos humanos que permita «fazer face a todas as frentes», adianta Joaquim Menezes, salientando a pressão que tem sentido dos clientes para marcar presença naquele mercado.

Resta «clarificar a estratégia para o mercado chinês e garantir uma equipa ao nível da direcção, para o arranque», porque a China é «incontornável», reforçou.

A importância da diplomacia económica

Durante a visita foram estabelecidos contactos a nível institucional que podem «facilitar contactos futuros aquando da decisão de investimento». Segundo o responsável, «o forte acompanhamento institucional e a diplomacia económica certamente minimizam os problemas que possam surgir, resultado da complexidade daquele mercado».

Numa relação entre empresas e Estado fortemente hierarquizada, e em que se percebe um forte controlo, «o apadrinhamento institucional, patente na assinatura de protocolos, reveste-se de grande importância para as empresas que os assinam», adianta.

Recorde-se que a Iber-Oleff mantém parcerias estratégicas na China há cerca de cinco anos, resultado do fornecimento dos componentes que produz para a Volkswagen, que assegura a logística e montagem dos mesmos na China.

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