Javascript desactivado

Para completa funcionalidade deste site é necessário activar o JavaScript. Aqui estão as instruções de como activar o JavaScript no seu navegador.

Empresas

Espanhola Vitroibérica compra Marividros

A comissão de credores da Marividros aprovou maioritariamente a venda da cristaleira à Vitroibérica, disse Jorge Calvete, administrador de insolvência à Agência Lusa. A escolha, feita quarta-feira passada, vai permitir a reactivação da fábrica da Marinha Grande com 35 trabalhadores, menos 60 do que quando encerrou, em finais de Maio de 2006, depois da gerência de então ter pedido a insolvência.

«Embora falte ainda votar a Segurança Social, que requereu mais 48 horas, o seu voto já não tem influência na escolha», disse Jorge Calvete, esclarecendo que dos cinco votos da comissão de credores, três já votaram na proposta da sociedade espanhola.

Vitroibérica paga 700 mil euros pelos activos da fábrica

Além da obrigatoriedade de empregar 35 trabalhadores, a Vitroibérica vai pagar «700 mil euros pelos activos da fábrica e terá de reactivar a fábrica nos seis meses subsequentes à assinatura da escritura», sustentou.

De três propostas existentes, designadamente da sociedade luso-espanhola Vitroibérica, da Crisvidro e de Florindo Sousa, ex-trabalhador da Marividros, «havia poucas diferenças, variando o número de trabalhadores a empregar e o montante de aquisição», adiantou Jorge Calvete.

«A proposta da Crisvidro não passava de uma deslocalização de uma situação existente, enquanto a proposta do senhor Florindo propunha integrar a antiga gerência, a qual já deu provas de não fazer uma boa gestão», salientou Jorge Calvete.

Também Etelvina Rosa, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Vidros, admite que «em termos de projecto, realmente o da Vitroibérica parece ser o de melhor qualidade».

Investimento inicial de 600 mil euros em forno e equipamento

Para entrar no mercado a sociedade vai investir «mais de 600 mil euros numa fase inicial, na aquisição de um forno e de outros equipamentos», disse à Lusa Marco Martinho, sócio da Vitroibérica.

O empresário, que é também sócio e director-geral da Canividro, prevê arrancar dentro de seis meses, com produção de vidro branco, «mas de forma ligeiramente diferente do que é feito noutras cristaleiras».

«A sociedade é detida em partes iguais por Júlio Garcia Rodrigues e foi constituída em Madrid, onde temos dois armazéns que serão aproveitados para escoar produto para Espanha e para o resto da Europa», adiantou o gestor.

Instado a comentar se poderá haver alguma ligação entre a sociedade em onde é sócio, a Canividro, e a Vitroibérica, Marco Martinho não afasta qualquer hipótese, esclarecendo que vai procurar «sinergias e parcerias estratégicas com outras empresas do sector».

LE com Lusa

As mais lidas

Secil inaugura unidade de produção de microalgas em Pataias

A Secil inaugurou hoje, na sua fábrica em Pataias, Alcobaça, uma unidade de produção de microalgas. O projecto envolve a captação e utilização do CO2 ali gerado, por microalgas, que são depois canalizadas para os mercados que as aproveitam como ingrediente sustentável, natural e rico em compostos bioquímicos, nomeadamente para os da alimentação humana e animal. O investimento é de 15 milhões de euros.

Câmara vende Topo Norte do Estádio por 1,3 milhões para instalação das Finanças

O Município de Leiria aprovou esta terça-feira uma proposta de alienação da Torre Nascente do Topo Norte do Estádio Dr. Municipal Magalhães Pessoa, com uma área de construção de 4.500 metros quadrados, destinada a instalações para albergar e juntar num único local os Serviços de Finanças locais e distritais de Leiria. O valor da alienação do prédio é fixado em  1.339.503 euros.