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Actualidade

Empresas aceleram corrida à Ota

A corrida à construção e exploração do novo aeroporto da Ota e à tomada de controlo do capital da ANA – Aeroportos de Portugal está a acelerar, revela o Diário Económico na passada sexta-feira, dia da apresentação por parte do Governo do modelo de transacção da Ota, em que são cerca de duas dezenas os grupos e empresas que estão a intensificar as rondas de contactos e conversações.

Até ao momento, só existe um consórcio já formado, liderado pela Brisa, Mota-Engil, Somague, CGD, BCP e BES. É considerado pela generalidade dos potenciais candidatos ao negócio como “um adversário quase impossível de bater”. Não só integra as duas maiores concessionárias de transportes do País – com mais de 1.500 quilómetros de auto-estradas sob gestão em Portugal – mas também três dos quatro maiores bancos existentes em Portugal, com destaque para o banco estatal CGD. O BPI não vai poder integrar qualquer consórcio, uma vez que foi seleccionado para efectuar a assessoria financeira do processo.

Por outro lado, Pedro Rocha e Mello, vice-presidente da Brisa, adiantou ao DE que este consórcio – o único que até agora se apresentou publicamente – tem a sua estrutura fechada, não permitindo a entrada de novos sócios, o que dificulta ainda mais a vida aos actuais ‘outsiders’. “Neste momento, não estamos a equacionar a abertura do capital [do consórcio]. É um assunto que não está em equação”, garantiu, taxativo, Pedro Rocha e Mello.

Responsáveis de construtoras como a MSF, Edifer, Soares da Costa ou OPCA, por exemplo – que confirmaram ao DE o seu interesse em integrar consórcios concorrentes à construção e exploração da Ota e à privatização da ANA – terão, assim, de procurar em instituições financeiras estrangeiras o apoio para suportar um investimento em que os privados poderão ter de desembolsar cerca de 2.500 milhões de euros.

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