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Actualidade

Empresas pensam a inovação mas não estabelecem objectivos

«As empresas dão conta da importância da inovação, muitas já dão os primeiros passos, mas só algumas trabalham o tema de forma sistemática e rigorosa». É a conclusão de um estudo realizado em Portugal, pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã (CCILA) e citado na edição de hoje do Diário de Notícias.

O estudo, elaborado no intuito de avaliar o aspecto humano-organizacional da inovação nas empresas, conclui que 67% das empresas têm o tema da inovação inserido na sua visão, mas só 11% estabeleceram objectivos dirigidos para este domínio e apenas 17% nomeou um responsável específico para esta área. «O termo existe a nível abstracto na maioria das empresas, mas depois não se aplica na estrutura organizacional», disse ao DN Jörg Heinrich, director da CCILA, lembrando que este é um factor «determinante para melhorar a competitividade numa economia global».

Embora 41% dos inquiridos refiram a existência de «equipas de projecto» relativas ao tema da inovação, tal facto corresponde, segundo Oliver Röhrich, um dos consultores responsáveis pelo estudo, a uma atitude reactiva e não a um «papel contínuo e activo».

Também a formação na área da inovação é ainda pouco explorada em Portugal. Apenas 28% dos participantes responderam ter oferecido aos trabalhadores formação com formatos «que abordam explicitamente o desenvolvimento das capacidades para inovar», o que não deve ser confundido com criatividade, que representa apenas «uma pequenina parte da inovação», sublinha aquele responsável.

LE com Diário de Notícias

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