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Formação & Ensino

MIT-Portugal prevê investimento de 65 milhões de euros

O programa MIT-Portugal prevê um investimento de 65 milhões de euros, em cinco anos, 32 milhões dos quais para financiamento de instituições nacionais. No primeiro ano, este financiamento rondará os 4,5 milhões de euros, subindo para mais de 6,1 no segundo ano, 6,9 no terceiro, 7,1 no quarto e 7,2 milhões de euros no quinto ano de execução, revela a edição de hoje do Jornal de Negócios.

O acordo de cooperação envolve a Escola de Engenharia da Universidade do Minho, a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, as faculdades de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e da Universidade Nova de Lisboa e a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Envolve ainda o Instituto Superior de Economia e Gestão e o Instituto Superior Técnico, ambos da Universidade Técnica de Lisboa.

Quanto aos laboratórios associados, o acordo, a celebrar pelo Governo português através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, abrange o Centro de Neurociências e Biologia Celular, Instituto de Biologia Molecular e Celular, Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto, Instituto de Sistemas e Robótica, Instituto de Tecnologia Química e Biológica e Laboratório de Química Verde. O Laboratório Nacional de Engenharia Civil é o laboratório do Estado seleccionado para o acordo.

Ainda de acordo com o documento, as instituições nacionais, em parceria com o MIT, poderão nos próximos cinco anos contratar professores convidados “de mérito internacional” e investigadores em pós-doutoramento. O programa prevê ainda que os estudantes, investigadores e docentes em instituições portuguesas colaborem com equipas de investigação no MIT.

Hoje serão assinados protocolos de colaboração do MIT nas áreas da engenharia da concepção e sistemas avançados de produção, sistemas de energia, sistemas de transporte e sistemas de bioengenharia.

LE com Jornal de Negócios

MIT ajuda a desenhar MBA mas não garante participação futura

A Escola de Gestão MIT Sloan vai ajudar, durante os próximos seis a nove meses, as universidades portuguesas a desenharem um programa de MBA de dimensão internacional, mas a sua participação futura está ainda dependente da forma como decorrer esta primeira fase do projecto, revela a edição de hoje do Diário de Notícias.

No projecto participam directamente a Universidade Nova de Lisboa e a Universidade Católica, sendo igualmente integrados docentes do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG).

A aceitação por parte das universidades portuguesas em colaborarem na criação de um novo programa de MBA (área em que actualmente são concorrentes directas) foi uma das principais dificuldades e ameaçou a obtenção de um acordo. Paul Osterman disse que esta colaboração «é essencial para que o projecto tenha escala suficiente a nível internacional», reconhecendo, contudo, que uma das maiores dificuldades na definição do projecto é saber o que irá acontecer aos actuais MBA das universidades portuguesas participantes.

O acordo de parceria entre o Governo e o MIT nas áreas de gestão e engenharia envolve sete universidades e um financiamento público global de 32 milhões de euros às instituições nacionais envolvidas.

LE com Diário de Notícias

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