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Actualidade

Oeste prepara estratégia para aplicação de fundos comunitários

Os 12 municípios da região Oeste juntaram-se para negociar, em conjunto, os fundos comunitários que vão receber a partir do próximo ano. Para o efeito, a Associação de Municípios do OESTE (AMO) conta com a ajuda da equipa de consultores da Augusto Mateus & Associados, que está incumbida de traçar a estratégia de desenvolvimento, até 2020, dos concelhos que integram a associação, revela a Revista Dia D, do jornal Público de segunda-feira, num extenso trabalho dedicado ao tema. O final do processo está marcado para Novembro.

Os planos estratégico e de acção ainda estão em construção, mas existe consenso relativamente aos problemas a que é necessário dar resposta. Um deles passa por evitar que cidades próximas a Lisboa, e com boas acessibilidades, se transformem em dormitórios. Uma das prioridades, segundo Carlos Lourenço, presidente da AMO, passa por fixar quadros na região, criar condições de atractividade, com equipamentos de lazer, culturais, de saúde, apoio social e infra-estruturas de ensino, sem colocar em causa a qualidade de vida, que é um dos motivos de atracção, revelou aquele responsável à Revista Dia D.

Depois de melhoradas as condições de vida nas pequenas localidades, por via de investimentos feitos a pensar nas pessoas que nelas habitavam, o objectivo passa agora por «tentar valorizar esses investimentos atraindo novas pessoas, turistas e desenvolvendo actividades de valorização de produtos tradicionais, ou seja, rentabilizando os investimentos que foram feitos», revela Augusto Mateus, em entrevista àquela publicação. O economista alerta ainda para a necessidade de concentrar os recursos disponíveis em menos projectos e de articular os fundos estruturais com a política regional.

A partir de 2007, e até 2013, Portugal terá 19 mil milhões de euros de fundos comunitários para gerir. Os municípios do Oeste deixaram de fazer parte da região de Lisboa e Vale do Tejo – uma das regiões mais ricas do país e que deixou de fazer parte das menos desenvolvidas da Europa – e dividiram-se entre o Centro e o Alentejo. Foi a solução encontrada para que não perdessem fundos.

Sectores Chave

Projectos de grande envergadura no turismo

O turismo é uma das apostas do Oeste, o que já é possível constatar nos grandes projectos em construção ou aprovação, muitos deles incluindo SPA e golfe, nomeadamente em Óbidos, mas sem esquecer Peniche e Torres Vedras, revela a Dia D. «Seguramente que o turismo tem um papel enorme, valorizando quer aquilo que são os novos atractivos – empreendimentos turísticos ligados ao golfe, mas também o património (…) Com riqueza natural e riqueza patrimonial é possível montar um modelo de desenvolvimento turístico para o Oeste», revela Augusto Mateus.

Agricultura e produtos regionais

Na lista de prioridades estão ainda os produtos regionais e a agricultura, que apesar de ter perdido importância, é ainda um sector relevante. «…É uma região que ainda representa uma potencialidade ao nível da agricultura e da valorização de produtos regionais. Ainda há muito para fazer no conjunto dos produtos que não podem obviamente ser feitos numa lógica de grande produção, mas de diferenciação», esclarece o economista.

Recorde-se que o Oeste é uma das maiores regiões vinículas do país, sendo também conhecida pela Pêra Rocha.

OTA, uma oportunidade a ter em atenção

O aeroporto da OTA é outra das variáveis a ter em conta, «uma vez que poderá ser criado um pólo tecnológico de apoio com áreas específicas», disse à Dia D, Ana Paula Neves, secretária geral da AMO.

Leiria Económica, com Dia D, do Público de segunda-feira

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