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Actualidade

Nove questões sobre Sale & Leaseback

O Sale & Leaseback explica-se em nove passos. Fique a saber o que é, quem compra, quem vende, que activos envolve e que empresas já colocaram em prática o conceito.

1 – O que é o Sale &Leaseback?
Uma operação de venda de património imobiliário de uma empresa, em que esta se mantém como arrendatária do espaço, por um período contratualmente estabelecido. Por norma, cinco anos.

2 – Que tipo de activos pode envolver?
Imóveis com uma área significativa. Podem ser escritórios, armazéns, hotéis, centros comercias, lojas ou edifícios públicos.

3 – Quando se deve equacionar?
Sempre que os edifícios em causa não sejam estratégicos para o negócio da empresa e esta pretenda obter capacidade financeira para investir em áreas mais rentáveis. Depois, é preciso que o negócio se revele financeiramente viável.

4 – Que empresas já realizaram operações de S&L?
Empresas como a Michelin, Philips, Kodak, Merck, Efacec, Nestlé, Universidade Independente, Mackinsey, Vodafone e Sonae Sierra.

5 – Quem vende?
Empresas de média grande dimensão, que têm em seu poder os edifícios que ocupam.

6 – Quem compra?
Fundos de investimento imobiliário e profissionais do sector.

7 – Quem intermedeia?
Por norma, as consultoras imobiliárias.

8 – Qual o panorama do mercado português?
O número de operações de S&L tem vindo a aumentar, não só pelo facto da Bolsa estar em baixa, mas porque Portugal apresenta uma taxa de retorno esperada superior à de países mais avançados (devido ao factor risco). Para além disso, os fundos de investimento imobiliário vêem-se obrigados a cumprir as exigências do Banco de Portugal no que respeita ao valor de activos em carteira e existem edifícios com boa rentabilidade e localização que são rapidamente absorvidos. O Sector Estado, devido ao seu património imobiliário, apresenta um enorme potencial.

9 – Que condicionantes apresenta?
A reduzida dimensão do mercado e a mentalidade dos empresários portugueses, que acreditam que o negócio imobiliário pode ser mais compensador do que a actividade da empresa em si e que deter imóveis fortalece o balanço. Acresce o facto da empresa de leasing pagar IMT, que depois repercutirá sobre a renda a cobrar ao locatário o que encarece a operação.

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