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Actualidade

FMI denuncia falta de clareza no sector financeiro português

A falta de transparência e clareza dos contratos celebrados no sistema financeiro português aumenta a exposição das famílias à crise, uma vez que torna o consumo mais «sensível» a variações do nível de rendimento corrente, revela a edição de hoje do Diário Económico. Portugal tem, num conjunto de 18 economias desenvolvidas, o terceiro pior índice financeiro, que mede precisamente o grau de justiça, integridade e legalidade subjacente às transacções financeiras, adianta o DE.

Naquele estudo o FMI conclui que quanto maior a integridade de um sistema financeiro, maior a capacidade das famílias enfrentarem situações de pressão sobre o rendimento.

«Os casos de maior ‘stress’ podem ser, por exemplo, um aumento excessivo do serviço da dívida decorrente de uma subida demasiado rápida das taxas de juro, um aumento significativo da carga fiscal para efeitos de consolidação orçamental (como vai acontecer na Alemanha a partir do início do próximo ano) ou o impacto do choque petrolífero sobre economias com dependência energética crónica. A fraca qualidade da gestão dos negócios e o baixo nível de formação dos recursos humanos são outros aspectos negativos que penalizam de sobremaneira a competitividade, logo o rendimento gerado», revela ainda o DE.

Pior classificados do que Portugal só a Grécia e a Áustria, enquanto os Estados Unidos figuram na melhor posição do ranking.

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