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Actualidade

PRIME ajuda o emprego, mas prejudica o défice externo

O programa operacional de economia, PRIME, deve ter um impacto positivo no crescimento económico português e no emprego, mas vai agravar o défice externo porque o programa operacional de economia está a apoiar empresas que são sobretudo importadoras e não exportadoras, como seria de desejar, segundo a avaliação que consta do relatório de execução do QCA III de 2005, revela a edição do Diário Digital.

A avaliação financeira do Quadro Comunitário de Apoio III, que foi conhecida no dia 9 de Agosto, apresenta relatórios sobre cada um dos programas operacionais que ainda estão a ser implementados ao longo de 2006.

De acordo com essa avaliação, o impacto global do PRIME no crescimento económico português entre 2000 e 2004 é entre 1,0 e 2,8 pontos percentuais, prevendo-se que entre 2004 e 2006 seja de mais 0,4 a 0,5 pontos percentuais, adianta aquele site.

Ou seja, sem o PRIME, a economia portuguesa teria crescido menos ainda face ao verificado.
Ao nível do mercado de trabalho, o PRIME «contribui para um menor crescimento da taxa de desemprego», segundo o relatório do QCA III, estimando-se que tenha limitado a subida da taxa de desemprego em 1,7 e 2,1 pontos percentuais até 2004 e entre 0,1 e 1,0 pontos percentuais entre 2004 e 2006.

PRIME com impacto negativo nas contas externas

Ao nível das contas externas, o impacto do PRIME é negativo, já que contribui para um agravamento do défice entre 2,0 e 4,5 pontos percentuais até 2004 e mais 0,6 a 1,0 pontos percentuais até 2006.
Este último impacto sugere que o programa operacional de economia está a apoiar empresas que são sobretudo importadoras e não exportadoras, como seria de desejar.

A execução financeira do PRIME atingiu o ano passado os 609 milhões de euros, dos quais 355 milhões vieram de fundos estruturais e 254 milhões de euros de recursos públicos nacionais.

O PRIME representa 10,8%dos fundos estruturais recebidos por Portugal em 2005 e 13,9% do dinheiro recebido entre 2000 e 2005.

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