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Actualidade

Liberalização do mercado eléctrico não deverá baixar tarifas

No dia 4 de Setembro o mercado de electricidade estará completamente liberalizado, garante a Entidade Reguladora do Sector (ERSE), noticia hoje o Jornal de Negócios. No entanto, a possibilidade dos consumidores escolherem o seu fornecedor, entre as cinco empresas que estão registadas (EDP, Unión Fenosa, Iberdrola, Sodesa (Sonae e Endesa) e Enel Viego) poderá continuar limitada, adianta aquele jornal.

De acordo com o JdN, os 5,8 milhões de clientes domésticos de electricidade não deverão poder escolher um novo fornecedor a partir de 4 Setembro, uma vez que as mais importantes concorrentes espanholas dizem-se interessadas no negócio, mas confessam estar à espera de conhecer a estratégia da EDP e as tarifas de 2007 para ajustar a sua oferta.

Contactadas pelo Jornal de Negócios, a Endesa e a Iberdrola não garantem estar no mercado já a 4 de Setembro. A Fenosa remete explicações para essa data. A Enel Viesgo não quis prestar declarações sobre o assunto. A Endesa Portugal explicou ainda ao jornal que, com os preços da produção de energia em alta, não deverá ser possível concorrer, para já, com os preços que a EDP pratica no mercado regular.

Recorde-se que este ano se registou uma subida das tarifas de apenas 2,3%, uma vez que há uma disposição que limita o seu aumento ao valor da inflação, uma imposição que já não estará em vigor em 2007.

Tarifas eléctricas podem subir cerca de 20%

Se os aumentos tiverem em conta os custos de produção, os portugueses podem contar com subidas de cerca de 20% por cento, até porque os 2,3% cobrados esse ano provocaram um défice que terá de ser colmatado pelos clientes do regime regular nos próximos anos, revela ainda aquele jornal.

Para além das cartas a explicar aos clientes o processo, a ERSE está a preparar um simulador «online» para ajudar o cliente a comparar os preços, mas a ERSE aconselha que os clientes apurem questões como a periodicidade em que receberá uma factura (no caso da EDP, é de dois em dois meses), as condições e os modos de pagamento, a duração mínima do contrato e penalizações pela rescisão antes do prazo, entre outros, adianta o mesmo jornal.

A EDP já garantiu que vai entrar no mercado liberalizado através da EDP Comercial. Ainda assim, a empresa remete pormenores para o final do mês, incluindo informações sobre as tarifas que irá praticar.

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