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Actualidade

Défice da balança de rendimentos bate recorde

O endividamento dos bancos e das empresas portuguesas face ao exterior está a fazer disparar o saldo da balança de rendimentos portuguesa para o valor mais negativo dos últimos dez anos e a constituir um entrave à desejada correcção do défice externo nacional, revela a edição de hoje do Diário de Notícias.

A entidades financeiras estrangeiras que concederam empréstimos aos agentes económicos portugueses estão agora, através dos juros que cobram, a recolher rendimentos, que, durante os últimos meses, têm aumentado de forma muito rápida devido ao elevado stock de dívida acumulado e à subida das taxas de juro na Zona Euro, adianta aquela publicação.

Agravamento de 39,6% no primeiro semestre do ano

Durante os primeiros seis meses deste ano, o défice da balança de rendimentos agravou-se em 661 milhões de euros, ou 39,6%, face ao mesmo período do ano anterior. Se a segunda metade deste ano revelar um desempenho idêntico, o défice da balança de rendimentos poderá situar-se, no final de 2006, em 3,1% do PIB, o valor mais alto da década. Em 2005, o desequilíbrio português neste indicador cifrava-se em 2,1%.

Evolução da balança de rendimentos trava correcção do défice externo

«Num momento em que o saldo da balança comercial conseguiu travar o agravamento que vinha sofrendo, a balança de rendimentos é a componente que está a impedir uma correcção do défice externo português. Uma vez que se espera que as taxas de juro na Zona Euro continuem a subir e não se observa um abrandamento significativo do recurso ao crédito por parte dos portugueses, é previsível que a balança de rendimentos portuguesa continue a apresentar uma evolução negativa nos próximos tempos», revela o DN.

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