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Actualidade

Crescimento da economia global abranda no terceiro trimestre 2006

Depois de dois anos de forte crescimento económico, as perspectivas para o terceiro trimestre de 2006 são de um abrandamento ligeiro da economia global, ao contrário das previsões do último ano, prevendo-se o seu prolongamento nos próximos seis meses, revela a agência Lusa, citando o último Relatório Económico Mundial, divulgado ontem.

Segundo o relatório da CESifo e da Câmara de Comércio Internacional, o índice da IFO caiu de 111.0 para 105.6 no primeiro trimestre do ano, enquanto as previsões para o segundo semestre do ano caíram de 108.8 para 96.5. Verificou-se, no entanto, algum crescimento entre o segundo e o terceiro trimestre de 2006 – de 113.2 para 115.1.

Perspectivas positivas para a Europa e negativas para a Ásia

As perspectivas para a Ásia são negativas mas são optimistas para a Europa. Os economistas prevêem para quase todos os países da Zona Euro a continuação do crescimento económico, mas abaixo das previsões.

A maior quebra nas perspectivas económicas registou-se na América do Norte, onde o índice do clima económico mundial desceu de 114.8 para 98.0.O relatório indica ainda que os Estados Unidos terão um crescimento lento, mas mais sustentado, que será acompanhado do aumento da inflação.

O relatório trimestral sobre a Economia Mundial resulta de inquéritos feito a economistas empresariais e académicos de 90 países.

Exportações da União Europeia caem e euro valoriza

A procura externa de produtos de origem europeia deverá diminuir em 2007 e o euro deverá valorizar frente ao dólar, bem como contra as moedas asiáticas, numa altura em que o mercado vai estar novamente atento ao défice da conta corrente norte-americana, uma vez que a Reserva Federal (Fed) dos EUA vai pôr termo ao ciclo de subidas de juro, revela o estudo realizado pela S&P, intitulado «Previsões Económicas Europeias», citado ontem pelo Jornal de Negócios.

Segundo a S&P, «o crescimento das exportações da Zona Euro, deve cair para os 4,5% em 2007 dos 6,5% verificados em 2006», o que deverá contribuir para um abrandamento do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da região.

A S&P prevê ainda que os investimentos das empresas venham a ser afectados pela subida das taxas de juro.

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