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Actualidade

Projecto Empresa na Hora permitiu poupar 1,1 milhões de euros

O projecto Empresa na Hora permitiu poupar, no primeiro ano de existência, 1,1 milhões de euros em encargos e gastos em deslocações, disse sexta-feira o director-geral dos Registos e Notariado, citado pela Agência Lusa.

Segundo António Luís Figueiredo, o projecto, que teve início a 14 de Julho de 2005, permitiu ainda reduzir as esperas em 230 mil dias face ao anterior processo de constituição de empresas.

Em média, constituem-se actualmente cerca de 50 novas «empresas na hora» por dia, sendo que o tempo médio de constituição de sociedades pela via tradicional oscilava entre 25 a 30 dias.

No primeiro ano, o projecto permitiu criar mais de 19.500 postos de trabalho e gerou um investimento superior a 93 milhões de euros, acrescentou o mesmo responsável durante o balanço do primeiro ano de funcionamento do projecto e apresentação do Marca na Hora, realizados no Centro de Formalidades de Empresas de Coimbra.

Presente na apresentação do balanço, o primeiro-ministro José Sócrates considerou o projecto como um «sucesso total», salientando que estas iniciativas do executivo visam «servir cada vez melhor a economia e os cidadãos».

Para o primeiro-ministro, estes dois projectos «criam novas oportunidades» para os cidadãos, em particular para os agentes económicos, e tornam o país «mais atractivo para o investimento estrangeiro».

Governo lança também Marca na Hora

No seguimento da iniciativa Empresa na Hora, o Governo lançou na passada sexta feira a Marca na Hora, o processo que permite às empresas registarem uma marca a partir de uma bolsa de nomes disponíveis. O processo anterior podia demorar até 16 meses e fica agora reduzido a poucos minutos, salientou Alberto Costa, ministro da Justiça, durante a apresentação da iniciativa.

Na bolsa de nomes deverão estar permanentemente disponíveis 200 marcas registáveis na hora, nas áreas de negócio mais representativas, refere informação do ministério da Justiça. O custo de aquisição de uma marca para uma classe de produtos ou serviços é de 221,87 euros, enquanto cada classe adicional custa 43,24 euros.

Entre as vantagens de poupança de tempo, custos e deslocações, o processo, que foi desenvolvido através de uma parceria entre os Ministério da Justiça e o Ministério da Economia, é também mais eficiente já que o nome da empresa passa a estar protegido num único momento, enquanto firma, enquanto marca e enquanto domínio.

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