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Empresas

Leirisport com prejuízo de quatro milhões em 2005

A Leirisport, empresa municipal que faz a gestão do Estádio de Leiria, anunciou hoje prejuízos de 4,054 milhões de euros (ME), no exercício de 2005, revela a Agência Lusa. O presidente da empresa, José Benzinho, em conferência de imprensa, justificou estes resultados com a «turbulência interna – saída de dois administradores – e pelos custos com amortizações (2,074 ME) e custos financeiros (1 ME)».

No global, a Leirisport registou custos operacionais de 6,4 ME e proveitos operacionais de 3,3 ME, valores que José Benzinho manifesta a intenção de melhorar. Apesar de considerar a actividade da empresa municipal «expectável em 2005», o administrador diz que «o equilíbrio da situação financeira passa não só por reduzir custos como também por aumentar o volume de negócios».

José Benzinho considera que «há sinais importantes de consolidação», com «trabalho desenvolvido do lado da contenção e racionalização de custos», mas reconhece que os reflexos nas contas de 2005 «ainda são ténues».

Fornecimentos e serviços externos representam maior fatia dos custos

De acordo com o relatório e contas, a que a Lusa teve acesso, os maiores custos prendem-se com «fornecimentos e serviços externos, com cerca de 2,9 ME» seguindo-se «as amortizações, com cerca de 2 ME», e «os custos com pessoal, com 1,2 milhões de euros».

Do lado dos proveitos, que atingiram 3,3 ME, regista-se uma variação negativa de 36,52%, que o presidente da Leirisport explica pelo «efeito da realização do Euro 2004».

Segundo o relatório de contas, as componentes mais importantes dos proveitos operacionais – excluindo indemnizações compensatórias – são relativas a entradas individuais (754.949 euros), que abrangem receitas de bilheteira no Estádio e para as três piscinas o parque de campismo geridos pela Leirisport. Seguem-se proveitos inerentes à cedência de espaços desportivos, na utilização das infra-estruturas desportivas por clubes ou outras entidades.

Três piscinas não asseguram auto-suficiência «devido às opções políticas»

Com efeito, além do estádio, onde joga a União Desportiva de Leiria, a empresa municipal gere também outras infra-estruturas municipais, como três piscinas, pavilhões e o Parque de Campismo do Pedrógão.
Algumas destas infra-estruturas não conseguem assegurar a sua auto-suficiência, como é o caso das três piscinas (com prejuízos de 373 mil euros), «devido às opções políticas», disse o administrador João Paulo Empadinhas.

«Neste caso, a Leirisport joga segundo as regras das políticas de desenvolvimento desportivo adoptadas pela Câmara», justificou o gestor, deixando perceber algumas vicissitudes da empresa municipal.

Este ano, a Leirisport alargou a sua actividade à realização de concertos – já organizou dois, aproveitando o espaço do estádio, e enveredou pela realização de exposições de pintura e escultura. «Lançámos também a possibilidade de realização de festas de aniversário para crianças no estádio», disse o presidente da empresa, explicando que irá haver uma promoção desta oferta no início do próximo ano lectivo.

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