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Actualidade

Investimento das empresas cresce 10,5%

As empresas nacionais dão sinais de optimismo em 2006, com o investimento em máquinas e outros equipamentos a subir 41,9%, revela a edição de hoje do Diário Económico.

A formação bruta de capital fixo (FBCF) das empresas portuguesas deverá crescer 10,5% em 2006, dois pontos percentuais acima das anteriores previsões, revelou na sexta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE). O investimento em máquinas é um dos que registará maior crescimento, o que, segundo especialistas contactados pelo Diário Económico, é um sinal de optimismo no futuro por parte das empresas nacionais.

Empresas de electricidade, água e luz lideram subidas

O inquérito qualitativo de conjuntura ao investimento, realizado pelo INE junto de mais de 4 mil empresas, revela que os maiores contributos para o aumento da FBCF provêm do comércio a retalho (mais 12,4%), dos transportes e armazenagem (mais 14,8%), das empresas de electricidade, água e luz (mais 61%) e das actividades financeiras (mais 39,8%). Além disso, alguns subsectores da indústria transformadora apresentam também fortes subidas no investimento previsto para este ano, como é o caso das máquinas e outros equipamentos e dos produtos químicos e sintéticos, de 41,9% e de 29,6%, respectivamente.

Quanto ao comércio a retalho, que representa 45,2% do investimento na actividade comercial, analistas contactados pelo DE atribuem o aumento da FBCF ao licenciamento e expansão de lojas de desconto, após anos de estagnação.

Indústria extractiva beneficia da subida dos metais preciosos e industriais

Por seu turno, a indústria extractiva (pouco representativa em Portugal) tem beneficiado da subida dos preços dos metais preciosos e industriais, o que explica a previsão de crescimento de 34,6% do investimento no sector, revela ainda o DE.

De acordo com Rui Constantino, economista do Banco Santander, o reforço do investimento em máquinas e outros equipamentos poderá significar «que algo está a mudar na economia portuguesa». Embora cauteloso, o especialista considera que os dados revelados podem significar que as empresas nacionais procuram apostar em equipamentos que lhes permitam responder à procura externa e crescer de forma sustentada.

Esta visão optimista, mas cautelosa, é partilhada por Ana Paula Carvalho, economista do BPI. Em declarações ao DE, a especialista afirmou que o aumento do investimento em máquinas e equipamento «sinaliza optimismo». No entanto, defendeu, é ainda «cedo» para tirar conclusões, em parte porque a construção pesa muito no investimento. E, segundo o INE, o investimento na construção deverá cair 29,6% em 2006.

Diário Económico

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