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Actualidade

Governo assinou hoje contrato de 226 milhões com empresas vidreiras

O ministro da Economia, Manuel Pinho, assinou hoje, em Coimbra, um contrato de 226 milhões de euros com cinco empresas do sector vidreiro, para a modernização de várias unidades fabris. O contrato abrange a Santos Barosa, Crisal e Gallo Vidro, empresas da Marinha Grande, que representam metade da produção nacional de vidro de embalagem e que irão receber receber, respectivamente, 64,8 milhões de euros, 23,8 milhões de euros e 43,4 milhões de euros), revela a Agência Lusa.

O contrato abrange ainda as empresas Saint Gobain (Figueira da Foz, 65,4 milhões de euros) e BAVidros (Vila Nova de Gaia, 28,7 milhões de euros).

No caso da Santos Barosa, o investimento destina-se à construção de dois fornos, enquanto na Crisal a verba será aplicada na transformação e ampliação da capacidade de um forno. A criação do maior centro logístico nacional do sector do vidro de embalagem e a modernização de um forno são as apostas da Gallo Vidro.

A Saint Gobain, por seu lado, tenciona ampliar os seus dois fornos (para ter um aumento de capacidade equivalente à instalação de um terceiro) e BA Vidros pretende erguer um armazém para produtos acabados e construir também um novo forno.

Objectivo: incrementar as exportações no sector

De acordo com o Ministério da Economia e da Inovação, citado pela Agência Lusa, com estes contratos fica assegurada a criação de 19 novos postos de trabalho e a manutenção de cerca de 1.900.

O impacto esperado nas exportações é um dos factores apontados para justificar o interesse nacional dos projectos. As exportações de vidro atingiram os 322 milhões de euros em 2005, o equivalente a 1,1% do total nacional, sendo que o vidro de embalagem foi responsável por 57,2% dos produtos de vidro exportados.

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