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Actualidade

China ameaça indústria da pedra de Porto de Mós

A China está a comprar pedra na região, transforma-a e volta a vende-la a Portugal e aos mercados receptores de produtos portugueses, a preços inferiores, o que tem prejudicado os extractores e transformadores de pedra do concelho de Porto de Mós, revela a edição de hoje do Região de Leiria.

Segundo o semanário, de um lado estão as empresas transformadoras, que se deparam com a subida de preços da matéria-prima, que acaba por ser reduzida e do outro os extractores de pedra que beneficiam com a maior procura, vendendo-a a preços superiores.

Desde há oito anos que a Inglaterra é o principal destino dos fogões de sala produzidos em pedra pela Neves & Beatos, de Pedreiras, Porto de Mós. Cerca de 80 por cento da sua produção é reencaminhada para aquele país. A China percebeu o potencial e apesar de comprar pedra na região, começou a concorrer directamente com esta empresa em Inglaterra.

Contudo, Sílvia Beato, responsável da empresa, reconhece que, apesar dos preços mais baixos praticados pelos chineses, os seus clientes têm preferido os produtos portugueses pela sua qualidade, conseguida com superiores custos de produção.

Rogério Vigário, da MBC Mármores, alerta para a falta de matéria-prima, dado que os chineses estão a comprar cerca de 80 a 90% da pedra da região. O que torna uma certeza a constante subida do seu preço, disparando «até cerca de 50%», uma situação que «não será fácil de inverter», afirmou ao Região de Leria.

Incorporar valor aos produtos portugueses

Para ultrapassar a crise Miguel Goulão, secretário-geral da Associação Portuguesa dos Industriais de Mármores, Granitos e Afins (Assimagra), sugere uma maior adaptação ao mercado, com a oferta de produtos inovadores, através da aposta no design, incorporando valor aos produtos portugueses.

A associação tem cerca de duas centenas de empresas associadas na região, maioritariamente pequenas e médias empresas, que exportam grande parte da sua produção, revela ainda o Região de Leiria.

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