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Actualidade

Oeste tem projectos no valor de 1,9 mil milhões euros

1,9 mil milhões de euros é a quantia que a Região do Oeste (uma área que vai de Torres Vedras a Alcobaça), tem em projectos na área de turismo – uns em construção outros já aprovados -, principalmente no golfe. correspondendo a sete ou a oito mil camas, revela a edição de hoje do Diário de Leiria.

O presidente da Região de Turismo do Oeste avançou que até 2010 as previsões apontam para a existência de seis ou sete resorts de golfe, actualmente em construção ou «prontos a arrancar».

Em declarações à agência Lusa António Carneiro disse que estes projectos incluem cinco ou seis hotéis, com cerca de 2000 camas, e têm uma componente de imobiliário turístico muito importante.

O valor avançado para o total dos investimentos não inclui outros projectos planeados para a região do Oeste, como a Marina de Peniche ou a Pousadas da Fortaleza de Peniche, há algum tempo falada pela ENATUR, empresa que detém as Pousadas de Portugal, mas entretanto adiada.

Para o presidente da Região de Turismo do Oeste, o ideal seria ter seis ou sete campos de golfe, quando actualmente são cinco, mas só três com características internacionais.

No entanto, admite que 10 a 12 campos de golfe, num prazo mais alargado, não seriam demais e faz questão de frisar que esta actividade, como a presença de empreendimentos turísticos e de turistas «não tem impacto numa região que é vasta e até está bem em termos económicos».

Quanto à massificação, é uma questão que, para António Carneiro, não se põe, pois «podem ser cerca de 300 hectares ocupados por turismo de um total de 40 mil», além de alguns resorts se situarem no interior.

O objectivo do Oeste é transformar-se num destino de golfe de «enorme qualidade» e está a ser elaborado um plano regional de desenvolvimento do território e um plano estratégico para a região que têm isso em conta.

As condições de clima ameno e de acessibilidade tornam a região numa alternativa para o golfe e o turismo residencial, nomeadamente para o turismo sénior de países do norte da Europa como a Irlanda ou a Inglaterra onde existe o hábito de as pessoas reformadas passarem longas temporadas no estrangeiro.

No entanto, António Carneiro refere que a intenção não é «substituir o Algarve, já um pouco saturado, até porque a oferta é completamente diferente», nomeadamente em termos de clima.

Mas, «também estamos neste mercado, embora numa escala muito mais pequena, com um segmento de oferta muito superior à generalidade do Algarve», com resorts de média alta e alta gama, defende.

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