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Empresas

Exposalão desiste de investir 25 milhões de euros na Barosa

O investimento de 25 milhões de euros que a Exposalão tinha previsto para a construção de novas instalações na Barosa, Leiria, poderá não se vir a concretizar devido ao aterro sanitário da Valorlis continuar activo naquela zona depois de 2006, data prevista para o seu encerramento, revela a edição de hoje do Jornal de Leiria.

«Ou o aterro ou a Exposalão. São dois projectos incompatíveis», afirma José Frazão, director-geral da empresa, que há cerca de um mês foi «aconselhado» pela Câmara de Leiria a procurar outra localização. É que, mesmo que o aterro saia da Barosa, no local continuará a funcionar a estação de transferência de resíduos, esclarece a autarquia.

Miguel Aranda da Silva, administrador-delegado da Valorlis, admite ao Jornal de Leiria que «há a perspectiva» do aterro se manter onde está, contrariando os estatutos da empresa, segundo os quais, terminado o seu período de vida útil de dez anos, a estrutura seria selada e construída uma nova em Pombal.

No entanto, «foi feito um estudo que aponta um conjunto de vantagens de ordem económica e ambiental para a não transferencia, mas a decisão ainda não está tomada».

O projecto da Exposalão prevê a edificação de um centro de exposições, de uma sala de congressos para cerca de 700 pessoas, de um hotel a promover por uma empresa do sector e de uma área de estacionamento para aproximadamento 6000 viaturas.

No total haveria uma área de contrução de 40 hectares, e há um plano, já apresentado à Câmara de Leiria, que prevê «áreas comerciais, de serviços logísticos e de um centro de ciência e tecnologia», revela ainda ao Jornal de Leiria, Carlos Vieira, administrador da Auto-Sueco.

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