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Actualidade

Basílio Horta fala da «Internacionalização da Economia Portuguesa» em Leiria

A dias de ser apresentado o decreto que cria a AICEP – a entidade que resulta da fusão do ICEP com a API – Basílio Horta, actual presidente da API e o nome escolhido para presidir à nova entidade, vem a Leiria falar sobre a «Internacionalização da Economia Portuguesa».

Basílio Horta vai ser o orador do jantar conferência que se realiza no próximo dia 22, às 20 horas, na Quinta de Santo António do Freixo (Cortes), uma organização da responsabilidade da Liga de Amigos da Casa-Museu João Soares.

Respondendo a vozes que criticam esta fusão e questionam as suas motivações e eficiência, Basílio Horta disse recentemente, em declarações ao Diário Económico, que não se pode falar propriamente em fusão e que a nova estrutura fará a promoção externa do investimento através da rede de delegados do ICEP e apoiará, em simultâneo, investimentos estruturantes de médias empresas estrangeiras cujo carácter seja considerado estruturante.

«Não se pode falar propriamente em fusão» entre o ICEP e a API, «mas de uma nova entidade que resultará da simbiose de competências» entre as suas organizações, disse em declarações àquele diário.

O ainda presidente da API revelou também que existirão «três novas áreas de negócio na nova entidade: uma chamada investimento, que corresponde ao que é a actual API – embora com duas mudanças importantes – outra chamada exportação e outra internacionalização», ou seja, referente ao investimento de empresas portuguesas no estrangeiro.

«Os representantes do ICEP no estrangeiro passam a ser também para o IDE e, nalguns casos, até prioritariamente para o investimento. Tudo depende dos mercados em que se situam», explicou ainda Basílio Horta.

Espanha é considerado um mercado prioritário em todas as vertentes, enquanto o Médio Oriente será apenas para a exportação e o Magreb para a internacionalização, adianta ainda o DE, numa notícia datada de 8 de Junho.

Outra grande alteração ao nível do investimento é a nova agência poder apoiar investimentos de empresas estrangeiras, mesmo que estes sejam inferiores a 25 milhões de euros e que as empresas tenham um volume de negócios inferior a 75 milhões de euros, «investimentos de produção de bens internacionalmente transaccionáveis, que criem inovação e permitam a transferência de tecnologia, qualificação da mão-de-obra e desenvolvimento regional», explicou.

Consciente que este é apenas o modelo que corresponde à sua visão, Basílio Horta admitiu ao DE que o ministro da Economia, Manuel Pinho, é livre de mudar, na lei orgânica do Ministério e no decreto que cria esta nova entidade.

Contacto pelo DE, o Ministério remeteu quaisquer comentários para depois da apresentação da lei que, de acordo com o calendário do PRACE, deve estar concluída até ao final do mês

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