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Actualidade

AIP vai criar entidade para ajudar PME no comércio internacional

A AIP vai promover a criação de uma entidade para o comércio global, com diferentes parceiros de referência, para dotar as PME portuguesas de um canal «seguro e eficaz» no comércio internacional, anunciou hoje a associação empresarial, revela a agência Lusa.

«A Associação Industrial Portuguesa vai aprovar, já na próxima reunião de Direcção, a promoção da constituição de uma entidade para o comércio global [Trading Global], eventualmente acompanhada de trandings sectoriais», disse o presidente da AIP, Jorge Rocha de Matos, na apresentação do projecto ASIEX 2006, em Lisboa.

A AIP, em parceria com o ICEP Portugal, e no âmbito do Programa de Incentivos à Modernização da Economia (PRIME) anunciou também que está a desenvolver o Projecto ASIEX, para incentivar o acesso de empresas exportadoras portuguesas aos mercados do Japão e da República Popular da China (Macau, Hong-Kong, Shangai e Cantão).

Segundo Rocha de Matos, «exportar e desenvolver formas de internacionalização para os mercados exigentes constitui [actualmente] um dos maiores desafios para as empresas portuguesas se afirmarem na economia global».

«Queremos [também] aproveitar as oportunidades de expansão da cooperação em mercados mais distantes, mas com elevado potencial», explicou.

Em paralelo ao esforço para promover a criação de uma entidade para o comércio global, a AIP vai colocar à disposição das PME portuguesas a sua plataforma transaccional electrónica, com o objectivo de reduzir custos e tornar as empresas mais competitivas.

Por esta via, «é possível [às empresas] reduzir os custos de aquisição, segundo as situações, entre 10 e 30 por cento», acrescentou.

Do mesmo modo, a plataforma pode proceder à agregação das vendas e permitir às PME portuguesas oferecer no mercado internacional quantidades superiores às produzidas e oferecidas individualmente.

Sobre o ASIEX, o Projecto dá um especial enfoque a «nichos de mercado» previamente identificados de produtos com elevado valor acrescentado.

Assim, entre 11 e 18 de Junho realizar-se-á a «Acção de Mercado – Tóquio – 2006», que prevê a organização em colaboração do ICEP Portugal (organismo público para a divulgação da imagem de Portugal nos mercados externos), de uma missão empresarial a este país que contará com a participação de oito empresas.

As empresas BRIEL – Indústria de Electrodomésticos, Coelima, Herdmar, Ivo Cutileiros, Jasmim Glass Studio, Móveis Viriato, Silampos e SPAL Porcelanas Portugal, vão estar presentes no certame INTERIOR LIFESTYLE, de 14 a 16 de Junho.

Nesta missão, as empresas vão poder, de uma forma transversal em relação às fileiras onde operam, apresentar-se em conjunto com produtos de topo de gama, elevada qualidade, inovadores, de preço elevado, alto valor acrescentado, que se dirigem a um mercado exigente, com grande poder de compra e sofisticação do consumo.

A AIP defende ainda que o aumento das exportações «não é incompatível com a consolidação orçamental».

Esta posição tem subjacente o argumento de que os produtos e serviços produzidos e exportados deverão passar a situar-se em patamares superiores na cadeia de valor, segundo as tendências dos mercados e da procura internacional.

Além disso, o número PME com capacidade para exportar «não é assim tão grande» face ao universo global.

A associação entende ainda que deve haver «uma forte interacção entre as boas políticas públicas e as novas estratégias empresariais», para que as empresas invistam e reforçam a carteira de bens e serviços transaccionáveis.

Adianta ainda que intra-firma, a exportação, atracção de Investimento Directo Estrangeiro (IDE) e realização de Investimento directo português no estrangeiro (IDPE) «estão inexoravelmente associados».

«Hoje há [também] no mercado internacional um potencial de investimento proveniente de empresas de base tecnológica de média dimensão que importa atrair para Portugal», adiantou.

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