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Actualidade

Inteligência Emocional na Complexidade Empresarial

Célia Marques e Rui Marques

Um líder, deverá ser compreensivo, pensar sempre que está a lidar com outras pessoas e tentar criar a harmonia no trabalho, salientou Mário Ceitil, professor universitário e director da Cegoc – Centro de Estudos de Gestão e Organização Cientifica, durante a sua intervenção na XI Conferência de Gestão de Empresas que decorreu ontem na ESTG.

Referindo-se às competências que um gestor deverá ter em atenção na gestão de uma empresa, aquele responsável salientou ainda importância da capacidade e destreza de conseguir alterar as energias negativas para positivas, e conseguir aproveitar essas energias para o trabalho na empresa. «É a isso que se chama Inteligência Emocional», adiantou.

Processo de Bolonha

Questionado por uma aluna da plateia, sobre as competências do Processo de Bolonha, Mario Cetil não poupou criticas. Segundo aquele responsável, «se por um lado, estabelecer uma moeda única foi fácil, estabelecer um ensino uniformizado e europeu está a criar muita controvérsia. Muitas instituições estão só a alterar o nome de algumas cadeiras e a esperar “que assim passe”».

Luís Miguel Neto, professor na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, afirmou, por seu lado, que a implementação deste processo no ensino superior, será mais fácil em instituições onde o corpo docente, administrativo e auxiliar for mais jovem. «As complicações virão quando a média de idades aumentar», salientou o orador.

«O saber técnico é apenas um aspecto do saber»

«A questão da Inteligência Emocional na Complexidade Empresarial coloca-se em empresas que vivem em ambiente de competitividade normal, não nas empresas públicas, que vivem em situação de quase monopólio», salientou José Ribeiro Vieira, presidente da Movicortes, que moderou o debate que teve lugar na segunda metade da conferência.

Referindo-se à complexidade de um processo de contratação, aquele responsável salientou que «seria simples se tivesse por base apenas o conhecimento técnico, mas ter muito saber técnico não significa que se esteja bem preparado para o mundo do trabalho».

José Ribeiro Vieira salientou ainda a importância de tomar contacto com matérias mais subjectivas e conhecimentos gerais. «O saber técnico é apenas um aspecto do saber. É preciso estar sempre a aprender e não é o curso que, por si só, garante o emprego», disse perante uma plateia composta maioritariamente por alunos.

No final, o presidente da Movicortes deixou algumas sugestões de leitura, nas quais incluiu obras de autores como Daniel Goleman e Edgar Morin, «um sociólogo que fala da importância dos conhecimentos complementares», finalizou.

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