Javascript desactivado

Para completa funcionalidade deste site é necessário activar o JavaScript. Aqui estão as instruções de como activar o JavaScript no seu navegador.

Actualidade

OPEN acolhe primeira empresa este mês

Rui Marques

A OPEN – Associação para Oportunidades Específicas de Negócio, inaugurada em Agosto de 2005, vai albergar, no final deste mês, a primeira empresa incubada nas suas instalações, «após um moroso processo de pré-selecção», disse Nuno Prata, coordenador executivo da OPEN, ao Leiria Económica.

A OPEN está, presentemente, a ceder as suas instalações para a finalização e aperfeiçoamento do plano de negócios de algumas empresas que irá incubar (fase de pré-incubação), e só no fim deste mês prevê começar a funcionar em pleno. «As empresas só são admitidas à incubação após aprovação dos respectivos planos de negócio. Até ao momento, temos acompanhado os promotores nesta tarefa e contamos alojar os primeiros projectos empresariais ainda este mês», afirmou Nuno Prata, coordenador executivo da OPEN, ao Leiria Económica.

Desde Agosto, a OPEN analisou 16 projectos, oito dos quais obtiveram aprovação para passagem à fase de elaboração do estudo de viabilidade económica. Destes oito projectos, cinco são industriais e três de serviços. «Os 16 projectos apresentados tinham diferentes fases de maturidade. Nenhum foi propriamente rejeitado, apenas sugerimos melhorias», adiantou.

A Incubadora OPEN, uma associação privada e sem fins lucrativos, foi concebida com o objectivo de apoiar o lançamento de novas iniciativas empresariais com forte componente de inovação e potencial de crescimento, capazes de contribuir para o rejuvenescimento e desenvolvimento do tecido económico da região.

«Não pretendemos ser um negócio imobiliário»

Os projectos apresentados à OPEN são avaliados mediante vários critérios, desde a adequação ao objecto da incubadora, o impacte tecnológico e grau de inovação, impacte ambiental, viabilidade técnica e retorno financeiro.

Para além destes critérios, os projectos – industriais ou de serviços – têm de ser inovadores, partir de jovens altamente qualificados em início de carreira e com espírito empreendedor, de investigadores ou outros profissionais com elevado potencial para a transposição de saber, experiência e competências.

As empresas devem ainda estar aptas a potenciar a criação de novos projectos empresariais.
«Tendo em conta a missão a que nos propusemos, estamos a privilegiar o rigoroso cumprimento dos critérios de admissão, em detrimento de questões de rentabilidade da incubadora. Pretendemos ainda criar sinergias entre projectos. Não iremos nunca incubar dois projectos iguais. O que pretendemos são projectos que se complementem», afirmou aquele responsável.

Rendas a partir de 4 euros o metro quadrado

As instalações da OPEN permitem acolher simultaneamente entre duas a oito empresas de carácter industrial e entre oito a 24 empresas de serviços. Esta versatilidade deriva do facto da OPEN estar dotada de módulos amovíveis, que permitem acolher as empresas consoante as suas necessidades. A nível de serviços, por exemplo, a OPEN conta com oito módulos, sendo que cada um deles se pode dividir em três. O mesmo acontece na parte industrial: dois módulos divisíveis em quatro.

O período máximo de incubação é de três anos, altura a partir da qual se considera que as empresas devem apresentar condições de autonomia. A renda paga pelas empresas será em função da área que ocuparem e é incremental ao longo dos três anos de incubação, no sentido em que as empresas vão tendo mais condições para a pagarem. No primeiro ano de incubação, as áreas fabris são pagas a quatro euros o metro quadrado e as áreas de serviços a nove euros o metro quadrado.

O valor da renda inclui o espaço de incubação e a utilização dos espaços e infra-estruturas comuns, como o átrio, a recepção, a zona para arquivos, comunicações, salas de reuniões, sala de informática, sala de videoconferência e sala multiusos.

O terceiro piso da OPEN pretende albergar uma empresa de hotelaria. A OPEN está dotada de infra-estruturas que permitem a instalação de uma cozinha industrial e disponibiliza um espaço «agradável que pode funcionar como ponto de encontro de empresários, onde calmamente se fala de negócios. O objectivo é criar alguma harmonia propícia ao surgimento de novos projectos», finaliza Nuno Pratas.

As mais lidas

Secil inaugura unidade de produção de microalgas em Pataias

A Secil inaugurou hoje, na sua fábrica em Pataias, Alcobaça, uma unidade de produção de microalgas. O projecto envolve a captação e utilização do CO2 ali gerado, por microalgas, que são depois canalizadas para os mercados que as aproveitam como ingrediente sustentável, natural e rico em compostos bioquímicos, nomeadamente para os da alimentação humana e animal. O investimento é de 15 milhões de euros.

Câmara vende Topo Norte do Estádio por 1,3 milhões para instalação das Finanças

O Município de Leiria aprovou esta terça-feira uma proposta de alienação da Torre Nascente do Topo Norte do Estádio Dr. Municipal Magalhães Pessoa, com uma área de construção de 4.500 metros quadrados, destinada a instalações para albergar e juntar num único local os Serviços de Finanças locais e distritais de Leiria. O valor da alienação do prédio é fixado em  1.339.503 euros.