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Actualidade

Leiria adere ao microcrédito

Rui Marques

A linha de microcrédito criada pela Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) e a Caixa Geral de Depósitos (CGD), apesar da sua curta existência, tem tido uma significativa procura no distrito de Leiria. «Temos informado indivíduos empreendedores na fase star-up ou early stage acerca deste protocolo. Estes têm-se demonstrado bastante interessados», revelou a delegação de Leiria da ANJE ao Leiria Económica.

A Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) e a Caixa Geral de Depósitos (CGD) criaram uma linha de microcrédito com o objectivo de ajudar jovens cidadãos com capacidade para promover a criação do seu próprio negócio.

Para concorrer ao microcrédito, é necessário ser-se associado da ANJE e submeter um plano de negócios a análise dos órgãos competentes daquela associação, de modo a perceber se o projecto apresenta condições para ultrapassar a fase start-up.

Os jovens que apresentem projectos através deste protocolo poderão aceder a um financiamento até 80%, com um montante máximo de 25.000 €. Estes empréstimos serão concedidos por um prazo máximo de 48 meses e está previsto um período de carência de 3 meses de capital e juros.

Questionada sobre a taxa de juro, a CGD revela ao Leiria Económica que «é consideravelmente mais atractiva tendo em conta a natureza do crédito em causa». A taxa praticada é a taxa Euribor a 3 meses acrescida de 3%.

Outras linhas de microcrédito

Para além desta linha, a CGD disponibiliza mais duas linhas de crédito, que resultam de protocolos assinados entre a CGD, a Associação Nacional do Direito ao Crédito (ANDC) e o Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS).

No âmbito do protocolo com a ANDC, o microcrédito foi criado para conseguir que as pessoas que não têm crédito junto da banca, mas que querem desenvolver uma actividade económica concreta para a qual reúnem condições e capacidades pessoais, possam vir a contrair empréstimos para esse fim junto dos bancos.

Segundo a CGD, a principal condição necessária para se concorrer a esta linha de microcrédito é, «o promotor revelar capacidade para lançar e gerir um negócio viável». A ANDC apoia-o no desenvolvimento da ideia e na organização do “dossier” para solicitação do empréstimo, acompanhando-o ainda na fase inicial de implementação do projecto. Não são exigidas garantias reais, devendo o promotor apresentar uma fiança que assegure a cobertura de parte das responsabilidades.

Tal como na linha de crédito da ANJE, na ANDC «o feedback transmitido pelas nossas agências e pelas entidades protocoladas tem sido bastante positivo», revelou fonte da CGD ao LE.

No caso específico do JRS o microcrédito destina-se a imigrantes com potencialidades para lançamento de iniciativas por conta própria.

Nos casos das linhas de microcrédito com ANDC e com o JRS o prazo máximo de amortização é de 36 meses.

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