Entre as 28 universidades e institutos politécnicos públicos do país, o Instituto Politécnico de Leiria (IPL) ocupa o quarto lugar na taxa de ocupação das vagas. Situação que deixa naturalmente satisfeito Luciano de Almeida, presidente da instituição. «Temos uma taxa de crescimento de quatro por cento nas colocações», acrescenta o responsável, revela a edição de hoje do Região de Leiria.
Como o Leiria Económica noticiou na passada terça-feira, das 1.636 vagas oferecidas pelo IPL ficaram por preencher 289 e há sete cursos que poderão abrir com menos de dez alunos
Sobre o curso de Tradução e Tradução e Interpretação Português/Chinês-Chinês/Português, que só obtiveram um aluno respectivamente, o presidente do IPL recusa a ideia de terem sido erros de estratégia. E precisa: «Em relação ao curso de Tradução é uma má aposta».
Quanto ao curso Tradução e Interpretação Português/Chinês-Chinês/Português o responsável diz que o facto de não ter sido divulgado que é o IPL a suportar as viagens, o alojamento e a alimentação dos estudantes em Macau (onde decorrem os 2º e 3º anos do curso) pode ter pesado na quase nula adesão. Esta semana, contudo, em mais do que um jornal de expansão nacional, o IPL investiu publicidade relativa a este curso.
Convicto de que este ano lectivo haverá cursos no IPL que decorrerão com menos de dez alunos, Luciano de Almeida diz, no entanto, não temer a eventual perda de financiamento. |